EDIA recomenda área mínima de 30 ha em Alqueva para alcançar sucesso na cultura do amendoal

A EDIA — Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva considera que, “apesar do interesse limitado por parte dos agricultores, devido ao baixo preço do miolo de amêndoa nos últimos anos, e com a perspectiva de que esta condição possa ser temporária, o amendoal ainda pode representar uma oportunidade viável para os agricultores e investidores da região”.

“Este pode ser considerado como uma alternativa agrícola promissora, dadas as suas potencialidades agronómicas e económicas. De acordo com a informação técnico-económica disponível, recomenda-se uma área mínima de 30 hectares para alcançar o sucesso nesta cultura”, refere a EDIA no seu Anuário Agrícola de Alqueva de 2023.

E realça que “segundo especialistas em frutos secos, a região de Alqueva, com a garantia de água, ganha características óptimas para a produção de frutos secos”.

No entanto, no perímetro de rega de Alqueva, em 2023, a área de amendoal aumentou de 23.588 para 23.859 hectares, representando um crescimento de apenas cerca de 1,15% em relação ao ano anterior. Este aumento mais lento pode indicar um abrandamento do interesse em expandir a produção de amêndoas na região.

Segundo o Anuário Agrícola de Alqueva de 2023, aptidão da cultura da amendoeira no EFMA — Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva é elevada e moderada, havendo ainda disponíveis 11.657 ha dos cerca de 36.496 ha para esta cultura.

Consulte o Anuário Agrícola de Alqueva de 2023 aqui.

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