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Garland Logistics obtém Certificação IFS Logistics para armazenamento e transporte de bens alimentares

A Garland Logistics, empresa de logística do Grupo Garland, obteve a exigente certificação pelo Standard IFS Logistics, pela LRQA, para quatro dos seus centros logísticos – Alcochete, Abóboda, Aveiro I e Aveiro II —, o que implicou a adequação das instalações aos requisitos do Referencial IFS, criação e alteração de procedimentos, assim como formação e sensibilização periódica em temas relativos à manipulação de produtos alimentares, assegurando assim competências especificas aos colaboradores.

João Palmeira

Os objectivos fundamentais do standard IFS Logistics visam a garantia da qualidade e segurança dos produtos alimentares e não alimentares na área dos serviços logísticos, avança uma nota de imprensa do Grupo Garland, adiantando que com esta certificação, a Garland Logistics “garante o cumprimento dos mais exigentes requisitos dos clientes e as melhores práticas nos serviços de armazenagem e transporte de produtos para a indústria alimentar”.

“Anteriormente, a Garland Logistics já reunia condições para armazenar e transportar alguns tipos de produtos alimentares ou produtos para indústria alimentar, mas, com a Certificação IFS, garantimos agora perante os nossos actuais e futuros clientes que as operações logísticas de produtos alimentares e não alimentares estão em conformidade com os padrões do referencial IFS, que são reconhecidos internacionalmente”, destaca João Palmeira, director de operações da Garland Logistics.

“Do ponto de vista estratégico, é uma clara aposta da Garland Logistics, reforçar a sua posição no sector da logística de produtos alimentares. Antes desta certificação, já tínhamos clientes do ramo alimentar, incluindo operações de produto acabado e de materiais de embalagem para produtos alimentares, assim como matérias-primas para o fabrico de produtos e embalagens alimentares”, acrescenta o responsável.

Além de ter envolvido esforços no sentido de adequar os Centros Logísticos aos requisitos do Referencial IFS, “foi essencial a definição clara de competências e responsabilidades, criação e alteração de procedimentos, assim como a nomeação de um responsável nacional IFS e a constituição da Equipa de Segurança Alimentar, também de âmbito nacional”, realça a mesma nota.

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