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Açores: João Ponte destaca importância do PRORURAL+ nos Grupos de Acção Local

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O secretário Regional da Agricultura e Florestas dos Açores destacou hoje, 8 de Novembro, na Horta, a importância das verbas do PRORURAL+ para o contínuo desenvolvimento dos territórios a cargo dos Grupos de Ação Local (GAL), desafiando-os a prosseguir o esforço para melhorar a taxa de execução já alcançada.

“Os fundos comunitários, nomeadamente os do PRORURAL+, são fundamentais para os GAL prosseguirem o trabalho de desenvolvimento e capacitação dos territórios sob a sua gestão, desenvolver a economia local e dar melhores condições de vida às pessoas que ali vivem”, afirmou João Ponte, em declarações à margem de uma reunião com os Grupos de Acção Local.

Taxa de compromisso atinge os 75%

João Ponte adiantou que a taxa de compromisso de projectos de iniciativa dos GAL, no âmbito do PRORURAL+, atinge os 75%, o que dá nota da adesão por parte das instituições públicas e privadas, e das empresas, embora a despesa pública executada ainda represente uma percentagem reduzida, comparativamente à média global do PRORURAL+.

“Temos que nos focar na melhoria da taxa de execução, que não atinge os 30%, quando a média global do PRORURAL+ atinge os 53%”, frisou.

Nos Açores existem quatro Grupos de Acção Local, nomeadamente Adeliaçor, ASDEPR, ARDE e GRATER.

Aprovadas 229 candidaturas na medida 19, LEADER

O titular da pasta da Agricultura adiantou que já foram aprovadas 229 candidaturas na medida 19, LEADER, do PRORURAL+, que representam um investimento de 19,3 milhões de euros e uma despesa pública de 16,5 milhões de euros.

Por outro lado, salientou a boa taxa de execução global do PRORURAL+, que atingiu em Outubro cerca de 53%, sendo a taxa de compromisso de 81,3%.

“Continuamos a ter na Região das taxas de execução mais elevadas no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural PORTUGAL 2014 – 2020, que é composto por 15 programas operacionais”, afirmou João Ponte, acrescentando que isso é “bem revelador do sucesso e importância do PRORURAL+ para o rejuvenescimento do sector agrícola açoriano, para a modernização das explorações agrícolas e da agroindústria, para a criação de emprego e para a melhoria da competitividade da agricultura”.

O secretário Regional frisou que, à semelhança dos anteriores quadros, a plena execução das verbas disponíveis é fundamental para se poder preparar e estruturar a agricultura nos Açores para dar resposta positiva às novas exigências nos próximos anos.

Agricultura e Mar Actual

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