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PPE: redução de pesticidas “não deve comprometer a produção alimentar na Europa”

O Grupo do Partido Popular Europeu (PPE) realça que “não haverá proibição europeia de produtos fitofarmacêuticos”. Hoje, 22 de Novembro, “o Parlamento Europeu rejeitou a abordagem extremista dos Verdes e dos Socialistas de impor cada vez mais proibições e regulamentações excessivas que reduziriam a produção de alimentos na Europa”.

O Grupo PPE “votou a favor de encontrar compromissos sobre a utilização sustentável de produtos fitofarmacêuticos, mas os partidos de esquerda continuaram a pressionar por extremos. Como resultado, não foi alcançada nenhuma maioria e a proposta legislativa foi totalmente rejeitada”, refere uma nota de imprensa do PPE.

“O Grupo PPE não apoia medidas que reduzam a produção alimentar na Europa ou impeçam os agricultores de produzir alimentos. Deixem os agricultores cultivar. Antes de avançarmos para uma proibição total dos produtos fitofarmacêuticos, temos de encontrar alternativas adequadas”, afirmou Alexander Bernhuber, eurodeputado e agricultor austríaco, o Negociador do Grupo PPE sobre as novas regras relativas à utilização de produtos fitofarmacêuticos, na sequência da votação de hoje no Parlamento Europeu.

“Todos queremos menos produtos fitofarmacêuticos utilizados nas terras agrícolas. Mas a sua redução não deve comprometer a produção alimentar na Europa, tornar os alimentos mais caros ou levar os agricultores a abandonarem os seus negócios”, acrescentou Bernhuber.

“Os agricultores devem ser autorizados a fazer o seu trabalho. Não devemos aumentar a carga burocrática sobre os agricultores, mas sim garantir a segurança alimentar”, concluiu eurodeputado do PPE.

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