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DGAV actualiza zona afectada pela Língua Azul. Saiba quais os concelhos com vacinação obrigatória

A DGAV — Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária procedeu ao alargamento da zona afectada pelo vírus da Língua Azul, febre catarral ovina. Foram acrescentados os concelhos de Almeida do distrito da Guarda, Mangualde do distrito de Viseu e Montemor-o-Velho do distrito de Coimbra à área de vacinação obrigatória dos ovinos contra o serotipo 4 do vírus da língua azul, devido à identificação de novos focos.

A língua azul ou febre catarral ovina é uma doença epizoótica de etiologia viral que afecta os ruminantes, com transmissão vectorial, incluída na lista de doenças de declaração obrigatória nacional e europeia e na lista da Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH).

Segundo o Edital Nº 70, assinado pela Directora-geral de Alimentação e Veterinária, Susana Guedes Pombo, encontrava-se já definida uma zona afectada por serotipo 1 e por serotipo 4 do vírus da língua azul que abrange a região do Algarve.

Mas, em virtude da detecção de resultados positivos ao serotipo 4 no concelho de Oliveira do Hospital, na região do Centro, a 22 de Julho de 2022 e posteriormente da confirmação de novos focos de serotipo 4 do vírus da língua azul noutros concelhos da Região do Centro, impôs-se o alargamento da zona afectada sendo definida a região do Alentejo e os distritos de Santarém, Setúbal, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Guarda e Viseu, como área afectada pelo serotipo 4.

As medidas de controlo implementadas na sequência dos serotipos do vírus da língua azul que surgiram em Portugal continental, têm sido adaptadas em função da avaliação dos resultados dos programas de vigilância e baseiam-se na delimitação de zonas livres e zonas afectadas, na implementação de condicionantes à movimentação animal das espécies sensíveis e de programas de vacinação, adianta o mesmo Edital.

E realça que “a vacinação obrigatória do efectivo ovino reprodutor adulto e dos jovens destinados à reprodução tem sido a medida mais eficaz para controlar a doença, aconselhando-se ainda a vacinação dos restantes animais das espécies sensíveis”.

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