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Vindima da Quinta da Alorna promete “ficar na história como uma das mais ricas”

Às portas de Almeirim, em plena Região Vitivinícola do Tejo, é tempo de vindimas na Quinta da Alorna. Apesar da colheita ainda não ter terminado, a produtora antecipa “brancos e tintos de excelência, reflectindo a sua singularidade, história e terroir”.

Com 220 hectares de vinhas, a Quinta da Alorna iniciou este ano a campanha de vindimas cerca de duas semanas mais cedo do que o habitual, e concluiu cerca de quatro semanas mais cedo que o habitual devido, essencialmente, ao calor sentido no início da primavera, que despoletou mais cedo o processo vegetativo da videira.

“A vindima de 2017 promete ficar para a história como uma das mais ricas. As vinhas evoluíram para uma maturação perfeita reunindo as condições essenciais para que as uvas expressem as suas melhores características”, afirma Martta Reis Simões, enóloga que assina os vinhos Quinta da Alorna.

Excepcionalmente positiva, a vindima de 2017 lança assim à enóloga um entusiasmante desafio na selecção das uvas, de 18 castas, sendo 9 Tintas (Touriga Nacional, Tinta Roriz, Cabernet Sauvignon, Syrah, Castelão, Trincadeira, Tinta Miúda, Alicante Bouschet e Touriga Franca) e 9 Brancas (Arinto, Chardonnay, Fernão Pires, Verdelho, Marsanne, Alvarinho, Viognier, Sauvignon Blanc e Moscatel).

“Em perfeita harmonia, entre a acção humana e a mais moderna tecnologia”, a Quinta da Alorna tem sido palco de experimentação – com diferentes castas, técnicas de vinificação e de estágio em barrica e em cuba, bem como ao nível das técnicas de viticultura e estudo de solos – resultando “num portefólio diferenciador e muito versátil”, refere uma nota de imprensa da produtora.

2 milhões de garrafas por ano

A insígnia garante hoje mais de 2.000.000 de garrafas por ano e “patenteia uma gestão profissionalizada”, fazendo chegar o seu nome – herdado de D. Pedro de Almeida, I Marquês de Alorna, que construiu o palácio da propriedade em 1725 – aos quatro cantos do Mundo”, acrescenta a mesma nota.

“A produção mantém a senda ascendente há vários anos, sobretudo graças à expansão da marca além-fronteiras. Hoje mais de 46% do valor das nossas vendas destinam-se a 28 mercados externos, destacando-se Polónia, Inglaterra e Holanda, na Europa, bem como Brasil, China, EUA e Rússia nas restantes geografias onde operamos”, afirma Pedro Lufinha, CEO da Quinta da Alorna.

A Quinta da Alorna é uma empresa familiar, produtora de vinhos, situada na margem do Rio Tejo, em Almeirim, que se destaca não só pela qualidade dos vinhos que produz, como também pelos seus espaços naturais. Os seus 220 hectares de vinhas dividem-se em várias castas, “originando vinhos com a qualidade, excelência e competitividade que os mercados nacionais e internacionais exigem”, salienta a produtora.

Actualmente, a Quinta da Alorna está presente em todo o Mundo, desde a Europa (com forte incidência na Polónia, Inglaterra e Holanda), ao Brasil, passando pelos mercados Norte-Americano, Asiático e Russo.

Com uma produção média anual na ordem dos 1,85 milhões de litros, os vinhos da Quinta da Alorna são produzidos com recurso às novas tecnologias de vinificação. Além de vitivinicultura, a Quinta da Alorna aposta noutras actividades como agricultura, floresta, centro equestre e produção de energia.

Agricultura e Mar Actual

 
       
   
 

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