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Vigilância para combater incêndios reforçada com 12 drones

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O ministro do Ambiente e da Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes, afirmou que o Conselho de Coordenação da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) decidiu “reforçar de forma clara a vigilância para assegurar que um incêndio seja combatido no menor período de tempo”.

Na conferência de imprensa após a reunião, o ministro referiu que “não existe qualquer indicação de poder vir a haver uma redução de meios humanos para combate aos incêndios” em consequência da crise sanitária, embora as corporações de bombeiros se tenham preparado para reduzir ao máximo o risco de contágio.

A decisão de reforçar a vigilância pretende assim evitar que o combate aos incêndios não seja prejudicado por qualquer situação na qual os meios humanos não estejam todos ao dispor.

7.000 pessoas no terreno coordenadas pela GNR

Matos Fernandes sublinhou que o reforço da vigilância será alcançado através de uma estratégia articulada de acção, garantindo que as cerca de 7.000 pessoas que estão no terreno estejam coordenadas por uma única entidade responsável: a GNR. “Estamos a construir uma base para que toda esta vigilância seja feita de forma articulada, independentemente das diversas entidades”, acrescentou.

12 drones no terreno

O ministro destacou ainda a decisão de reforçar os meios técnicos com a aquisição de seis equipas de dois drones. Matos Fernandes disse que estes 12 drones “podem voar entre seis a oito horas, num raio de acção de 100 quilómetros a partir do ponto de onde é comandado”.

Os meios estarão no terreno a partir do final de Junho, são “uma grande ferramenta para a vigilância” e “poderão vir a ter um papel de grande relevância”.

Matos Fernandes apelou também ao comportamento responsável das pessoas, reiterando que uma parte muito expressiva dos incêndios resulta de comportamentos negligentes que têm de ser evitados.

Agricultura e Mar Actual

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