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Valorfito evita emissão de quase 5.000 toneladas de CO2 nos últimos 10 anos

O Valorfito, designação pelo qual é conhecido o Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura (Sigeru), divulga que evitou a emissão de quase 5.000 toneladas de CO2 nos últimos 10 anos de actividade, entre 2012 e 2021. Só no ano passado conseguiu a recolha pioneira de mais de 500 toneladas de resíduos de embalagens.

O Sistema conta com mais de 1.100 Pontos de Retoma distribuídos por todo o território nacional, incluindo regiões autónomas.

Depois de no passado dia 29 de Abril ter distinguido as 14 empresas portuguesas que mais se destacaram na recolha de resíduos de embalagens durante o ano 2021, o Valorfito divulga agora o contributo da sua actividade nos últimos 10 anos para a redução da pegada de carbono da actividade da indústria de produtos fitofarmacêuticos, biocidas e sementes de uso profissional em particular, com impacto na actividade agrícola, em geral.

Aquando da divulgação dos dados apurados, António Lopes Dias, director-geral da Sigeru, destacou que “o Valorfito contribuiu, na última década, para que se evitassem as emissões de 4.792 toneladas de CO2 equivalente para a atmosfera, reflectindo as 3.704 toneladas de resíduos recolhidos desde 2012, que corresponde a 12.263 barris ou 1.668 toneladas de petróleo, sendo estes valores, se dúvidas houvesse, o reflexo do contributo fundamental do sector agrícola para o combate às alterações climáticas”.

“Ao longo da última década, verifica-se que a recolha de resíduos de embalagens está intimamente ligada ao aumento do valor de emissões evitadas, numa proporção de 1,3 t CO2 eq. por cada t de resíduos recolhidos, que resulta da evolução verificada no sector agrícola que passou de 243 t de resíduos de embalagens recolhidos em 2012 para as actuais 512 t em 2021, o que espelha os resultados da formação, profissionalização e execução das boas práticas ambientais do sector”, destacou ainda o responsável pelo sistema Valorfito.

Tendo como base o ano 2012, foi possível efectuar a contabilização desta mesma pegada, para que este indicador contribua para a melhoria contínua do desempenho ambiental do sistema. Para tal, foram seguidos os referenciais do programa WARM da EPA (Environmental Protection Agency – USA), que definem as emissões de CO2 que se evitam com a reciclagem e valorização dos resíduos por oposição à deposição em aterro, para os diversos materiais de resíduos de embalagem.

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