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Trabalhadores do agroalimentar com Covid-19. DGAV esclarece: não há qualquer registo de transmissão através do consumo de alimentos

O primeiro surto de Covid-19 registado entre trabalhadores do sector agroalimentar surgiu na Azambuja, na Avipronto. Depois foi revelado que três fábricas de transformação de carne no Montijo tinham também trabalhadores infectados.

Face a estes factos, a DGAV — Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária esclarece que a Comissão Europeia emitiu um comunicado no qual “adianta que não existe, até à data, qualquer registo de transmissão da Covid-19 através do consumo de alimentos, apesar da grande escala da pandemia”.

Por conseguinte, diz a DGAV, tal como referido pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), “não existem provas de que os alimentos constituam um risco para a saúde pública no que se refere à Covid-19. Considera-se que a transmissão desta doença ocorre sobretudo de pessoa para pessoa, principalmente através de gotículas respiratórias (espirros, tosse ou exalação)”.

Regras rigorosas de higiene

A produção de alimentos na União Europeia “segue regras rigorosas de higiene, cuja implementação está sujeita a controlos oficiais”.

Realça a nota de esclarecimento daquela Direcção que, no caso dos matadouros e nas indústrias agroalimentares “são adoptadas, desde sempre, medidas de higiene rigorosas para evitar que os alimentos produzidos e distribuídos, possam estar contaminados com qualquer microrganismo perigoso”.

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