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Tetra Pak lança primeiro misturador de proteínas que elimina espuma e reduz custos

A Tetra Pak lançou o Tetra Pak Industrial Protein Mixer, uma solução de processo pioneira que elimina a formação de espuma na mistura de proteínas e reduz a perda de produto e os custos operacionais. A empresa estima que a formação de espuma, por si só, implica um custo anual de aproximadamente 276.400 euros, em cenários típicos de produção de alimentos e bebidas.

Fiona Liebehenz, vice president key components, plant solutions and channel managementde da Tetra Pak, afirma que “esta tecnologia inovadora de mistura de proteínas foi concebida para resolver o problema de formação de espuma na fábrica de um cliente específico, que estava a perturbar a produção e a comprometer a qualidade do produto. Após os testes iniciais, a nossa equipa na Dinamarca continuou a aperfeiçoar a abordagem a esta inovação tecnológica de processo através de novos testes meticulosos e morosos. O resultado é um misturador com múltiplas características, inovadoras e relevantes, e um processo em cinco passos que, em conjunto, elimina as causas da formação de espuma, reduz a perda de produto e resolve o problema do cliente. Excedeu largamente as expectativas, o que levou a uma encomenda imediata por parte do cliente”.

Frequentemente, os métodos tradicionais de mistura na produção de alimentos líquidos apresentam problemas de incorporação de ar e formação de espuma, resultando em perda de produto. Para este fim, a inovação tecnológica da Tetra Pak não só aborda directamente o problema da formação de espuma, como também “melhora a eficiência operacional dos fabricantes de alimentos e bebidas, reduzindo o custo total de propriedade, aumentando as margens e melhorando a qualidade do produto”, refere uma nota de imprensa da empresa.

O Tetra Pak Industrial Protein Mixer introduz uma abordagem pioneira para misturar proteínas em pó, que são uma matéria-prima de elevado valor. O novo misturador “previne a formação de espuma através de um design sofisticado e de um processo de várias etapas que inclui a redução da entrada de ar e a utilização de automatização avançada para optimizar a mistura”.

O resultado é um processo sem espuma, que minimiza a perda de produto e agiliza os processos a jusante, reduzindo o tempo de paragem para limpeza e manutenção do equipamento. A formação de espuma também promove a oxidação, o que reduz o prazo de validade do produto sendo frequentemente combatida pela adição de agentes anti-espuma, como o óleo de silicone. “Estes aditivos deixam de ser necessários com o Tetra Pak Industrial Protein Mixer, o que resulta num produto com menos aditivos, menos oxidação dos nutrientes e um prazo de validade mais alargado”, garante a mesma nota.

Além disso, com 70% dos consumidores a afirmar que a saúde se tornou no tema mais importante nos últimos anos e com a expectativa de que o mercado global de produtos de nutrição activa atinja 80 mil milhões de euros até 2030, os produtos alimentares enriquecidos com proteínas, incluindo os pós, representam um mercado em crescimento. Deste modo, o Tetra Pak Industrial Protein Mixer foi desenvolvido com o objectivo de “ajudar os fabricantes de alimentos e bebidas a aproveitar ao máximo esta categoria de produto, atendendo às exigências actuais e às oportunidades emergentes”.

Da adição de soro de leite em pó a proteínas vegetais e derivadas de fermentação, o misturador pode ser utilizado num amplo espectro de aplicações industriais. Paralelamente, as suas funcionalidades de gestão da produção, de pequenos lotes de teste a produções em grande escala até 50.000 litros por hora, garante elevada adaptabilidade e eficiência.

“Este é apenas um exemplo do nosso compromisso para responder às necessidades imediatas dos nossos clientes, não apenas resolvendo o problema em questão, mas criando uma solução para melhorar a produtividade e a rentabilidade futuras. Com esta abordagem, ajudamos os fabricantes a tirar partido de uma multiplicidade de oportunidades de crescimento contínuo, com base na superação das expectativas dos seus consumidores e no acesso a novos mercados”, acrescenta Fiona Liebehenz.

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