Graphocephala atropunctata, vector da doença (Xylella fastidiosa) na vinha. Adulto (feminino) em videira. Foto: AH - Purcell Universidade da Califórnia, Berkeley (EUA)

Tavira livre de Xylella fastidiosa

A DGAV — Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária acaba de anunciar a supressão da zona demarcada para Xylella fastidiosa em Luz de Tavira e Santo Estevão, no concelho de Tavira.

“Tendo sido concluídos os trabalhos de prospecção levados a cabo na zona demarcada de Tavira, estabelecida em seguimento de um foco de Xylella fastidiosa registado em Agosto de 2021, e não tendo sido registado mais nenhum resultado positivo, procede-se à supressão da referida zona demarcada”, refere a DGAV.

Segundo o Despacho n.º 60/G/2022 – Supressão da ZD Tavira, na sequência da confirmação da presença da bactéria Xylella fastidiosa numa amostra de um lote de plantas de Salvia rosmarinus colhida na freguesia de Luz de Tavira e Santo Estevão, concelho de Tavira, foi estabelecida a respectiva zona demarcada e foram adoptadas medidas de erradicação e de prospecção intensiva da área abrangida, levadas a cabo pelos serviços oficiais.

Após a detecção e tendo sido realizada de imediato a destruição do lote infectado e das restantes espécies vegetais hospedeiras presentes na zona infectada, e atendendo a que as subsequentes análises laboratoriais efectuadas não detectaram a presença da bactéria no primeiro ano de aplicação das medidas, permitiu que se procedesse à redução da largura da zona tampão para 1km em redor da zona infectada, acrescenta a DGAV.

“As análises laboratoriais oficiais entretanto efectuadas às amostras colhidas durante o ano de 2022, também não detectaram a presença de Xylella fastidiosa em qualquer outro vegetal ou insecto vector, pelo que é possível concluir, com um elevado grau de confiança, que a presença inicial da bactéria não deu origem à sua ulterior dispersão”, realça o Despacho n.º 60/G/2022.

Agricultura e Mar

 
       
   
 

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