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Smurfit Kappa aumenta EBITDA em 7% para 1.650 milhões de euros em 2019

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A Smurfit Kappa, líder do sector de embalagens de papel e cartão canelado, encerrou o seu último exercício fiscal com um volume de negócios de 9.048 milhões de euros, mais 1% do que no ano anterior. O seu EBITDA ficou nos 1.650 milhões de euros, após um aumento de 7% neste exercício, enquanto a margem cresceu 18,2%.

Quanto ao fluxo de caixa, o valor atingiu os 547 milhões de euros em 2019, o que representa um aumento de 11%, enquanto o dividendo final cresceu 12%, atingindo os 80,9 cêntimos por acção.

Tony Smurfit, CEO da Smurfit Kappa, afirmou a este propósito que “2019 representa outro período sólido de vendas e rentabilidade para o Grupo. O nosso objectivo é converter-nos numa empresa globalmente apreciada, que ofereça de forma dinâmica retornos seguros e com valor e os dados obtidos demonstram que vamos no bom caminho. Estamos presentes em 35 países, onde trabalhamos para criar soluções inovadoras, sustentáveis e à base de papel para mais de 65.000 clientes, a quem oferecemos sempre o melhor”.

O próprio fundador da empresa mencionou as duas grandes regiões que movimentam o grosso do negócio da empresa: Europa e América, garantindo que “o nosso negócio europeu continuou a funcionar de forma satisfatória, como demonstrou a sua margem EBITDA, que atingiu os 19%, graças ao crescimento da procura, em linha com as nossas expectativas. De facto, o ano foi particularmente bom na Península Ibérica e Europa de Leste. Quanto à nossa actividade na América, a margem EBITDA aumentou 17,5%, em comparação com os 15,7% de 2018, graças a países como a Colômbia, México e Estados Unidos, que tiveram uma actividade financeira sólida durante todo o exercício”.

Grupo a crescer

A Smurfit Kappa realizou até à data um investimento de 700 milhões de euros em aquisições de novas empresas que conferem valor à actividade do Grupo, bem como a mais moderna tecnologia do mercado, com o objectivo de poder oferecer a mais completa e inovadora gama de soluções de embalagem, que tenham impacto sobre o consumidor final nos escaparates e, desse modo, permitam aumentar as vendas.

Neste sentido, o Grupo realizará durante 2020 um conjunto de importantes projectos de papel na Europa e continuará a investir na sua divisão de cartão canelado, com o objectivo de capitalizar as inúmeras oportunidades que estão a surgir no mercado.

“Durante o último ano fortalecemos ainda mais o nosso modelo integrado, concluído com a aquisição da Reparenco, em 2018. Além disso, as nossas aquisições mais recentes em França, Bulgária ou Sérvia ajudaram-nos a melhorar significativamente o nosso negócio e alargam ainda mais o nosso âmbito geográfico. Tal com aconteceu com outras fusões e aquisições anteriores, os novas equipas integraram-se bem e fortaleceram ainda mais a qualidade do Grupo”, acrescentou Tony Smurfit.

Sustentabilidade

O Grupo continua a liderar o caminho no sentido da sustentabilidade no sector, com novas iniciativas inter-sectoriais, como 4evergreen, o desenvolvimento de camiões eléctricos para o seu sistema de papel alemão-holandês, a primeira fábrica de reciclagem de cartão para bebidas nos Países Baixos ou a presença de más de 8000 colaboradores da empresa, no âmbito do Dia Mundial da Limpeza e das actividades que se realizaram no mundo inteiro a este propósito.

Além disso, a Smurfit Kappa lançou em Maio de 2019 o seu 12.º Relatório Anual de Sustentabilidade, onde reúne um novo e ambicioso pacote de objectivos relacionados com o ambiente, que iguala ou ultrapassa o anterior plano previsto para 2020. Um dado que demonstra o compromisso a longo prazo da empresa em relação às suas cinco prioridades estratégicas nesta área: florestas, alterações climáticas, água, resíduos e pessoas.

O mesmo documento mostra como a empresa está a evoluir, no apoio aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável 2030 da ONU, pois para o Grupo a sustentabilidade não é apenas mitigar a mudança climática ou reduzir a ineficiência. “Para que a embalagem seja verdadeiramente sustentável, deve ser produzida e concebida de forma sustentável e ser biodegradável num prazo relativamente curto. E a embalagem fabricada a partir de papel está numa posição única para o conseguir”, referiu Tony Smurfit.

Agricultura e Mar Actual

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