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Sindicato da Protecção Civil: Vigilantes da Natureza são esquecidos nos aumentos salariais da Função Pública

O SNPC – Sindicato Nacional da Protecção Civil alerta que os “Vigilantes da Natureza são esquecidos nos aumentos salariais da Função Pública” previstos no Orçamento do Estado para 2023. Por isso, “exige que os Vigilantes da Natureza sejam tratados com respeito e que lhes seja revista a carreira profissional, para que possam ter aumentos salariais dignos e justos face ao importantíssimo trabalho que executam na conservação da natureza e da biodiversidade”.

E realça o Sindicato Nacional da Protecção Civil em comunicado que “sempre entendemos que a negociação é o melhor caminho e que é à mesa das negociações que se resolvem os problemas, mas há alturas, em que somos obrigados a vir para a rua para nos ouvirem”.

“O Governo anunciou e muito bem, aumentos dos funcionários públicos”, refere o mesmo comunicado, adiantando que “os assistentes técnicos vão ter um aumento de 100 euros para garantir a diferença face à carreira de assistente operacional. Acrescentamos o facto de, entretanto, o Ministro da Administração Interna ter anunciado um aumento de 100 euros para os níveis iniciais de carreira na PSP e na GNR”.

No entanto, o SNPC lembra que “os Vigilantes da Natureza possuem qualificações semelhantes às exigidas na carreira de assistente técnico e sendo uma carreira especial como a da PSP e da GNR não se entende, nem há desculpa, para o tratamento diferente que o Governo faz perante os Vigilantes da Natureza, que, mais uma vez, ao que parece, continuam a ser esquecidos”.

Carreira especial não revista

“Sendo uma carreira especial não revista, estão agora englobados no pacote geral de aumentos e neste sentido, passarão a auferir no nível de entrada o salário mínimo para a função pública (o mesmo que a carreira de assistente operacional), o que é inaceitável visto ser uma carreira especial com funções distintas e nível de acesso superior à carreira de assistente operacional”, frisa o mesmo comunicado.

Entende o Sindicato Nacional da Protecção Civil que “esta posição do Governo é discriminatória e desrespeitadora para com os homens e mulheres que sempre deram e dão o seu melhor”, por isso, “irá decidir as formas de luta adequadas, na reunião do secretariado que se realizará no próximo dia 14 de Outubro de 2022”.

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