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Santander Totta fecha primeiro semestre de 2017 com resultado líquido de 229 M€

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O Banco Santander Totta fechou o primeiro semestre de 2017 com um resultado líquido de 228,9 milhões de euros, que corresponde a uma subida de 16,7% em relação ao período homólogo. A evolução dos novos empréstimos a empresas e habitação manteve-se “muito dinâmica, correspondentes a quotas de mercado de produção que ascendem a 17,0% e 19,4%, respectivamente, até ao final de Maio”, realçam os responsáveis pela instituição bancária.

O presidente executivo do Banco Santander Totta, António Vieira Monteiro, explica que aqueles resultados foram “fruto fundamentalmente de um crescimento sustentado da actividade comercial, de uma diminuição de 9% nos custos totais, e da evolução positiva do crédito vencido e das imparidades”.

Na actividade comercial, António Vieira Monteiro destaca, na banca de retalho, “o aumento de 56% nos novos empréstimos à habitação, a que corresponde uma quota de produção de 19,4%, e o crescimento de 20% em fundos de investimento, em cumprimento de uma estratégia de diversificação das aplicações na actual conjuntura de taxas de juro quase nulas. É igualmente de referir o sucesso do nosso produto âncora Mundo 1|2|3, que nos permitiu aumentar em 23% os clientes de banco principal, e proporcionou aos nossos clientes, desde o seu lançamento, a recuperação de cerca de 10 milhões de euros de cash back”.

Quanto à evolução da carteira de crédito, continua a ser influenciada pelas vendas de créditos e de write-offs. Ajustada deste efeito, a carteira cresceu 0,6% face ao valor registado no final do primeiro trimestre de 2017.

Por outro lado, António Vieira Monteiro diz que o Santander Totta “continua a destacar-se no apoio ao crescimento da economia portuguesa, tendo atingido uma quota de mercado na produção de crédito a empresas de 17%”.

Os depósitos totalizaram 27,6 mil milhões de euros, subindo 0,6% em relação a Junho de 2016 e 1,0% face a Março de 2017. Os recursos de clientes ascenderam a 32,3 mil milhões de euros o que representa aumentos de 1,8% em relação ao período homólogo e de 1,7% face ao trimestre anterior. Para além da evolução positiva em depósitos, os recursos beneficiaram também do comportamento favorável dos recursos fora de balanço com os fundos de investimento a subirem 19,8%, e os seguros e outros recursos a registarem um aumento de 4,5% (em termos anuais).

Crescimento no digital

Nos primeiros seis meses de 2017, a margem comercial do Santander Totta totalizou 495,8 milhões de euros, diminuindo 6,0% em termos homólogos, reflectindo, principalmente, o decréscimo ocorrido na margem financeira por reajustamentos ocorridos na carteira de dívida pública. As comissões líquidas aumentaram 5,0% em comparação com o primeiro semestre de 2016, “fruto da maior vinculação e transacionalidade dos clientes”, explica o comunicado de apresentação de resultados do banco.

E adianta que este aumento de transacionalidade e utilização dos serviços oferecidos pelo banco aos seus clientes é “resultado do incremento do número de clientes vinculados e clientes digitais em 23% e 34%, respectivamente, em relação ao período homólogo, evolução associada, também, ao crescimento dos clientes do Mundo 1|2|3 (+24% desde o início do ano)”.

Relativamente à estratégia de digitalização e simplificação dos serviços bancários prestados, o presidente executivo do Banco Santander Totta sublinha “o excelente acolhimento do mercado ao crédito imediato via App do telemóvel, denominado CrediSimples, que hoje já representa cerca de 30% do novo crédito pessoal no banco, e o facto de termos crescido 34% em clientes digitais no período”.

O rating do Banco Santander Totta mantém-se o melhor do sistema financeiro. As actuais notações de rating da dívida de longo prazo do Banco Santander Totta em comparação com os níveis da República Portuguesa são as seguintes: Fitch – BBB (Portugal – BB+); Moody’s – Ba1 (Portugal – Ba1); S&P – BB+ (Portugal – BB+); e DBRS – BBBH (Portugal – BBBL).

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