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Sabores de Perdição volta a reunir produtos da terra da Beira Baixa, em Castelo Branco

A Câmara Municipal de Castelo Branco volta a promover o certame Sabores de Perdição. E este ano são quatro dias de festa, de 15 a 18 de Junho, onde se promovem os produtos da terra e a gastronomia da Beira Baixa. Esperam-se mais de 60 mil visitantes.

Com mais de 100 expositores previstos, em quatro dias de certame, a organização pretende conquistar uma posição de destaque no universo promocional agro-alimentar regional e nacional na medida em que se impulsiona a divulgação e valorização dos Sabores da Beira Baixa, num cruzamento entre a alimentação e o convívio.

Para o presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia, “é com grande satisfação que voltamos a realizar a Sabores de Perdição – Castelo Branco, e a contribuir activamente na promoção do sector agro-alimentar da nossa região. Este ano, para além das habituais actividades, vamos realizar uma acção de pré-lançamento do certame, no Mercado da Ribeira, em Lisboa, onde vamos ter oportunidade de rodopiar pelos sabores regionais, num workshop culinário que reinterpreta os produtos da Beira Baixa, reunindo ilustres convidados”.

Para além do espaço Roda dos Alimentos – recriada em Plena Devesa, que contempla a exposição/venda dos produtos da Beira Baixa, estão ainda previstos outros espaços complementares, como o espaço das Tasquinhas, onde os visitantes poderão degustar as iguarias da região, bem como assistir pontualmente a demonstrações de showcooking na “Tasca de Perdição”. Mantém-se o espaço Artesanato com mostra e venda de artesanato tradicional e regional.

O certame promove, paralelamente, múltiplas actividades interligadas com a temática como um momento de tertúlia, com interlocutores de renome no âmbito do evento, e outras de carácter lúdico, como é o caso dos espectáculos musicais, a Banda da Força Aérea, no dia 15, os DAMA no dia 16 e de Rui Veloso no dia 17.

A potencialidade do agro-alimentar

Fonte da autarquia de Castelo Branco refere que o sector agro-alimentar constitui uma das áreas de actividade económica com maior potencialidade na região da Beira Baixa. “Este sector inclui uma variedade de produtos de elevada qualidade, cada vez mais reconhecidos a nível nacional. Para este reconhecimento tem contribuído a existência de um número considerável de produtos certificados”, nomeadamente: Queijo da Beira Baixa – Denominação de Origem Protegida (DOP); Azeites da Beira Interior – Azeite da Beira Baixa Denominação de Origem Protegida (DOP); Borrego da Beira – Indicação Geográfica Protegida (IGP); Cabrito da Beira – Indicação Geográfica Protegida (IGP); Cereja da Cova da Beira – Indicação Geográfica Protegida (IGP); Pêssego da Cova da Beira – Indicação Geográfica Protegida (IGP); Maçã da Cova da Beira – Indicação Geográfica Protegida (IGP); e Maçã Bravo de Esmolfe – Denominação de Origem Protegida (DOP).

Para além destes, diz a mesma fonte, “co-existe um conjunto de produtos locais e regionais de elevada tradição que, diariamente, fazem parte integrante da cultura da Beira Baixa: enchidos, mel, peixe do rio, ervas aromáticas, cogumelos, entre outros”.

A inovação agro-alimentar é também uma das apostas do Município de Castelo Branco, tendo inaugurado em 2010 o Centro de Apoio Tecnológico Agro-alimentar, uma estrutura assente em tecnologia de ponta, apta para responder aos desafios deste sector. O Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar potencia um conjunto de fileiras estratégicas reforçando o sector numa óptica integrada prestando serviços a toda a Região Centro.

Agricultura e Mar Actual

 

 
       
   
 

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