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Rota da Vinha de Cantanhede inaugurada a 16 de Agosto

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A Câmara Municipal de Cantanhede, em parceria com as Juntas de Freguesia de Ourentã e Cordinhã e a Comunidade Inter-municipal da Região de Coimbra, vai inaugurar a Rota da Vinha, um dos percursos homologados no Município, no próximo domingo, dia 16 de Agosto, às 17 horas.

A rota tem 14kms, mas os participantes só vão andar cerca de 3,5kms desde o Largo do Terreiro, em Cordinhã, até à igreja de Ourentã. Ao longo do percurso, vai ser possível assistir a apresentações vínicas e gastronómicas.

Rota da Vinha

A Rota da Vinha é um pequeno percurso circular inserido no projecto transversal “Mar e Zonas Dunares” da CIM-RC, um total de 14 km entre as vinhas da Região Demarcada da Bairrada, no concelho de Cantanhede.

O seu elevado interesse paisagístico e cultural faz dela um produto dinâmico pela associação ao ciclo vegetativo da vinha, permitindo ao visitante vivenciar as diversas fases desta actividade centenária, desde as vindimas de Outono, à poda e empa no Inverno, à floração na Primavera e à chamada “poda verde” no Verão.

Esta experiência sensorial, num quadro paisagístico moldado por mãos experientes, pode ser enriquecida com a visita a adegas tradicionais, onde é possível degustar vinhos oriundos de um terroir de excepção, com predominância dos produzidos a partir da muito aclamada casta autóctone Baga, diz fonte institucional da Comunidade Inter-municipal da Região de Coimbra.

Floresta

Na área envolvente à vinha, são frequentes as monoculturas de eucalipto e pinheiro-bravo, destacando-se, pontual- mente, a presença de algumas espécies arbóreas características da vegetação mediterrânica, como o carvalho-cerquinho, o sobreiro, o pinheiro-manso e a oliveira. O estrato arbustivo destes pequenos bosquetes são representados essencialmente pelo medronheiro, tojos e murta.

Fauna

Para o visitante mais atento e perspicaz, a Rota da Vinha proporciona o avistamento de fauna diversificada, designadamente algumas espécies tradicionais do território nacional, como a rola-brava, o pombo-bravo, o tordo-comum, a perdiz, a pega, o melro, o gaio, a gralha-preta, o pardal-comum, o coelho-bravo, a lebre-ibérica, a raposa e o sardão, entre outras.

Para além da forte componente natural, a rota permite também conhecer o meio rural e a comunidade local da área onde se insere. Iniciando na povoação da Cordinhã (localidade predominantemente agrícola, com especial apetência para a produção de vinho), o percurso leva à descoberta da desactivada linha férrea que ligava a Figueira da Foz à Pampilhosa, infraestrutura que rasgou o território ao meio e que desempenhou um papel vital no desenvolvimento económico e social de toda a região.

Alguns quilómetros mais adiante chega-se à povoação de Ourentã, cuja economia se baseia principalmente na agricultura, em particular na produção de vinho, fruta e legumes, assim como em alguma indústria, sobretudo ligada à pirotecnia e às rendas e bordados.

Agricultura e Mar Actual

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