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Regantes de Portugal pedem reforço dos 7 M€ do PDR 2020 para estudos e projectos de reabilitação de regadios

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A Fenareg – Federação Nacional de Regantes de Portugal pediu ao Ministério da Agricultura que sejam reforçados os 7 milhões de euros disponíveis no Aviso do PDR 2020 referente a investimentos relacionados com a elaboração de estudos ou projectos, para reabilitação/modernização de infra-estruturas ou de blocos de Aproveitamentos Hidroagrícolas existentes, que exclui os regadios colectivos tradicionais.

E a Federação garante que tal pode ser feito “utilizando a disponibilidade financeira que sabemos existir no final do actual quadro comunitário, de modo a assegurar a aprovação de todos os projectos com pontuação VGO [Valia Global da Operação] acima de 10″. “A Fenareg não quer que nenhum destes investimentos, identificado como viável, seja deixado para trás”.

“São estas infra-estruturas que asseguram o abastecimento de água a mais de 36% das explorações agrícolas de regadio, sejam elas pequenas ou grandes, de agricultura biológica ou de exploração familiar”

Em comunicado, a Fenareg explica que, com a publicação do anúncio 12 da Operação 3.4.2 do PDR 2020, “o Ministério da Agricultura inovou, pois irá permitir atempadamente, realizar o levantamento pormenorizado das necessidades de investimento para a modernização do regadio existente, recorde-se, a maioria com mais de 50 anos”.

Mas a Federação Nacional de Regantes de Portugal “não quer que nenhum dos regadios antigos seja deixado para trás neste levantamento para o próximo quadro comunitário de apoio, num trabalho que identifica que infra-estruturas modernizar e como as modernizar para responder aos critérios de eficiência e sustentabilidade actuais definidos pelas metas Green Deal e Directiva-Quadro da Água”.

Maio eficiência hídrica

Equipamentos mais eficientes, anular perdas de água nos canais e condutas de abastecimento, soluções de energia renováveis, sistemas de monitorização e dispositivos hidráulicos para medição e controlo da água, “um trabalho exaustivo que permite preparar o próximo quadro comunitário de apoio e identificar as soluções técnicas e sustentáveis, antecipando o plano de investimentos a realizar até 2030”, salienta o mesmo comunicado.

E acrescenta que este “é um trabalho fundamental que a Fenareg tem defendido há anos, que infra-estruturas de regadio construídas há mais de meio século sejam actualizadas e modernizadas, para assim poderem vir a responder com eficiência e sustentabilidade a mais outras tantas décadas ao serviço da produção alimentar nacional”.

“São estas infra-estruturas que asseguram o abastecimento de água a mais de 36% das explorações agrícolas de regadio, sejam elas pequenas ou grandes, de agricultura biológica ou de exploração familiar”, salientam aqueles agricultores.

E reforçam que “a aprovação dos projectos de execução nesta fase, para além de inventariar as necessidades de investimento, vão garantir a sustentabilidade e eficiência do regadio para as próximas décadas e introduzir maior eficácia na execução destes investimentos no próximo quadro comunitário, ao suprimir uma etapa que normalmente exigiria entre 1 a 2 anos, antes de avançar para fase de obra”.

Agricultura e Mar Actual

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