PSD defende “rápida implementação” de um Plano de Reflorestação do Parque Natural da Serra da Estrela

O Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata (PSD) propõe que se promova “a rápida implementação de um Plano de Reflorestação do Parque Natural da Serra da Estrela, pelas entidades competentes, em estreita articulação com os Municípios abrangidos na sua área da influência (Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia) e com as próprias comunidades locais, associações e entidades com competências e conhecimento relacionados com a reflorestação e com a área (…), antecipando as acções previstas no Plano de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela (PRPNSE)”.

Os social-democratas defendem ainda a indicação de um director da área protegida do Parque Natural da Serra da Estrela e referem que esta medida “não inviabiliza nem condiciona, de modo algum, os projectos e as iniciativas previstas no PRPNSE”.

Explica o Grupo Parlamentar do PSD, no seu Projecto de Resolução 160/XVI/1, entregue na Assembleia da República que, “nos últimos anos, e por consequência do flagelo dos intensos incêndios, o Parque Natural da Serra da Estrela tem vindo a conhecer uma realidade sem precedente no que diz respeito à preservação da fauna e flora autóctones. Tal, tem comprometido de forma dramática, a biodiversidade desta área protegida e o bem-estar e a segurança das populações e do seu património”.

E acrescenta que “o Programa de Revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º40/2024, não assegura a merecida prioridade e a necessidade efectiva de concretização emergente de um Plano de Reflorestação do Parque Natural da Serra da Estrela, com o propósito claro e inequívoco de trabalhar a preservação desta área protegida, ao invés de aguardar por supostas regenerações naturais, que claramente persistem em não acontecer em determinados pontos desta vasta área”.

“Para além disso, através deste Plano, mais do que a dependência exclusiva da regeneração natural, entende-se imperioso potenciar a substituição, sempre que assim se justifique, de espécies resinosas por folhosas mais resilientes a eventuais cenários de incêndio, procurando garantir a biodiversidade e a conjugação da floresta com outros usos tão úteis para a região e para as suas gentes, como a agricultura, a apicultura, a pastorícia, o pedestrianismo, entre outros”, realçam os social-democratas.

Agricultura e Mar

 
       
   
 

Verifique também

CEBAL celebra Cultura Científica durante o mês de Novembro

Partilhar              O CEBAL — Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-alimentar do Alentejo, durante o mês de …

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.