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Polícia Marítima fiscaliza apanha de bivalves contaminados com toxinas em Aveiro

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O Comando-local da Polícia Marítima de Aveiro desenvolveu em 1 de Junho, uma acção de fiscalização da orla marítima, a qual resultou na apreensão de cerca de 12 kg de ameijoa-japónica, após a intercepção de um individuo, equipado com fato de mergulho, que ao aperceber-se da embarcação da Polícia Marítima, se colocou em fuga, abandonando as capturas dissimuladas na água, bem como todo o material de mergulho utilizado na captura dos bivalves, no Canal do Espinheiro, em Aveiro.

Como resultado da acção, a amêijoa foi apreendida e, posteriormente, devolvida ao seu habitat natural por se encontrar interdita a captura de várias espécies, onde se inclui ameijoa-japónica, devido à presença de toxinas, conforme Edital da Capitania do Porto de Aveiro, devidamente publicado, refere um comunicado da Autoridade Marítima nacional (AMN).

Interdição da captura

A interdição da captura de bivalves, contaminadas por toxinas marinhas, aplicam-se ao público, mariscadores profissionais e armadores, independentemente do processo de captura, conforme a orientação diária do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Relembra-se ainda que a ingestão de bivalves contaminados por toxinas marinhas pode causar graves problemas de saúde.

O edital da capitania sobre a interdição de apanha e captura de espécies bivalves na Ria de Aveiro está disponível aqui.

Agricultura e Mar Actual

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