© Gonçalo Borges Dias / GPM

Montenegro: dispositivo de combate a fogos está “neste momento, de prontidão”.

O primeiro-Ministro Luís Montenegro e a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, deslocaram-se à sede da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) para acompanharem a situação crítica dos incêndios rurais, que se vive, sobretudo no Norte do País. Luís Montenegro apelou à “colaboração de todos” na luta contra os fogos: “este é um combate de todos, que precisa da colaboração de todos e todos devemos seguir as orientações que as autoridades vão emitindo”.

O primeiro-ministro assegurou ainda que todo o dispositivo de combate a fogos está, “neste momento, de prontidão”.

Por sua vez, a ministra da Administração Interna referiu que, neste momento, “o que causa dificuldade aos operacionais é o carácter extremamente acidental da orografia, a dificuldade de acesso” aos locais, sublinhando “a complexidade das operações e do combate” aos fogos, que estão a ser combatidos por muitos milhares de bombeiros e por 72 meios aéreos, segundo avança fonte institucional do Executivo.

Maria Lúcia Amaral afirmou também que é necessário compreender “a raiz destes incêndios”, dando como exemplo o lançamento de fogo-de-artifício, e apelando a todos para contribuir para que os fogos não ocorram.

A deslocação e reunião com os dirigentes da ANEPC decorreu da “necessidade de o Governo se inteirar da evolução da situação, nomeadamente tendo em conta as previsões meteorológicas para os próximos dias com temperaturas muito elevadas, vento forte e baixa humidade”.

Questionada sobre as causas dos incêndios, a ministra referiu que entre a 1 e as 8 horas de hoje ocorreram mais de 40 ignições, algumas das quais poderão ter origem negligente ou criminosa. “Não podemos assumir que todas as ignições são criminosas. Algumas serão. Outras resultam de práticas antigas, de comportamentos negligentes. Mas todas têm de ser investigadas, e os responsáveis punidos. Crime previne-se e, quando não se consegue prevenir, reprime-se”.

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