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Foto: João Bica/Portal do Governo

Ministro da Economia: “não existe carência de abastecimento ou ruptura de stocks” na cadeia alimentar

Até ao momento, “não se verificou nenhuma ruptura de stocks, nem se prevê que possa ocorrer nas próximas semanas”. A garantia é do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, e foi dada no final da primeira reunião do Grupo de Acompanhamento e Avaliação das Condições de Abastecimento de Bens nos Sectores Agroalimentar e do Retalho em Virtude das Dinâmicas de Mercado, que se realizou hoje, 22 de Novembro.

No final do encontro, que decorreu no Ministério da Economia, em Lisboa, Pedro Siza Vieira afirmou que “a reunião confirmou que não existe carência de abastecimento ou ruptura de stocks”, acrescentando que, com o passar do tempo, se espera uma “normalização da situação e que a economia se recomponha”. Deixou também uma mensagem de “tranquilidade” sobre a possibilidade de problemas de abastecimento devido ao aumento de custos de transporte, energia e matérias-primas.

Por sua vez, a ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, disse que o grupo vai “dar continuidade a este trabalho de monitorização”, acrescentando que é “graças a este trabalho que, hoje, podemos afirmar que o sector agroalimentar tem conseguido dar resposta à procura e às necessidades dos consumidores, garantindo produtos seguros e de qualidade”.

Na reunião estiveram o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, a ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, e o secretário de Estado das Infra-estruturas, Jorge Delgado. As reuniões deste Grupo de Trabalho vão continuar e serão quinzenais.

Missão e objectivos do grupo de trabalho

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação das Condições de Abastecimento de Bens nos Sectores Agroalimentar e do Retalho em Virtude das Dinâmicas de Mercado, criado em 16 de Novembro, tem como missão avaliar e acompanhar as condições de abastecimento de bens nos sectores agroalimentar e do retalho cujas dinâmicas de mercado sejam influenciadas pelo contexto global, designadamente ao nível dos stocks de matérias-primas.

O grupo vai também avaliar e acompanhar os níveis de reserva e armazenamento daqueles bens, a execução dos contratos de fornecimento, nacionais e internacionais, daqueles bens, e “delinear, a título antecipatório, eventuais oportunidades de intervenção destinadas a manter ou restabelecer as normais condições de abastecimento”.

É composto por 16 membros, incluindo representantes da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Associação dos Distribuidores de Produtos Alimentares (ADIPA), Associação Nacional de Armazenistas, Comerciantes e Importadores de Cereais e Oleaginosas (ACICO), Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) ou Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA).

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