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Marinha: 305 dias de missões de investigação científica no mar dos Açores em 2017

A Marinha acompanhou, durante o ano de 2017 no mar dos Açores, 305 dias de missões realizadas por navios de investigação científica.

Deste total, 166 dias corresponderam a missões de navios estrangeiros pertencentes a diversos países da União Europeia e 139 do navio hidro-oceanográfico da Marinha “D. Carlos I”, diz um comunicado da Marinha Portuguesa.

Estas missões de vigilância e patrulha, asseguradas pela Marinha nos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional na Região Autónoma dos Açores, foram realizadas em coordenação com a Autoridade Marítima e com a Força Aérea.

Fiscalização

O acompanhamento de todas as actividades desenvolvidas pelos navios de investigação científica estrangeiros, que operaram na subárea dos Açores da ZEE Portuguesa e no parque marinho dos Açores, área marinha protegida do campo hidrotermal Rainbow, tiveram como objectivo verificar a conformidade geográfica das actividades autorizadas pelo Estado português com as que foram sendo desenvolvidas, bem como a conformidade dos períodos de autorização para operarem e, consequentemente, garantir a segurança da navegação nacional e estrangeira nos espaços de responsabilidade nacional.

Investigação do mar

Importa registar, diz o mesmo comunicado, no âmbito da investigação do mar, que a missão científica de maior dimensão temporal e geográfica nos Açores foi nacional, respeitante ao mapeamento do mar nos Açores, correspondendo à missão levada a cabo pelo navio hidro-oceanográfico da Marinha, o NRP D. Carlos I.

Os resultados do trabalho deste navio foram apresentados à comunidade científica na Universidade dos Açores, em Ponta Delgada, em 20 de Outubro de 2017, trabalhos esses que deverão continuar em 2018 com outro navio hidro-oceanográfico da Marinha, no período do Verão.

Em termos gerais, a Marinha diz que pode concluir-se que os navios de investigação científica estrangeiros, que operaram no ano de 2017 na subárea dos Açores da ZEE Portuguesa e no parque marinho dos Açores, respeitaram os períodos das campanhas, bem como as áreas de operação para as quais tinham obtido autorização, não se registando qualquer irregularidade neste âmbito, em termos de duração das missões previstas e das áreas de operação solicitadas pelos Estados de bandeira dos navios estrangeiros.

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