A Nova Direita, liderada por Ossanda Líber, se ganhar as eleições legislativas antecipadas de 18 de Maio de 2025, compromete-se a “reflorestar Portugal assumindo a meta inicial de plantar 2 milhões de árvores em cinco anos, apostando maioritariamente, para o efeito, em espécies autóctones”.
E, segundo o seu programa eleitoral, pretende “recriar uma Guarda Florestal, passível de beneficiar também da dedicação daqueles jovens cidadãos que prefiram o cumprimento de Serviço Civil Obrigatório à sua variante militar, e que se ocupe da limpeza e vigilância das nossas florestas”.
Por outro lado, promete “garantir a muito maior integração de parques e hortas comunitárias no seio das nossas cidades”; “atacar de frente o perigo de escassez de água pela aposta na dessalinização”; e “impor a obrigatoriedade do armazenamento de águas pluviais em bacias de retenção para posterior uso em regadio”,
A Nova Direita defende também a criação de “um museu da biosfera” e incentivar a “caça sustentável (que evitam a sobrepopulação de animais e favorecem proteção das florestas)”.
A Nova Direita defende também a extinção de “institutos e fundações inúteis, cortar assessorias e consultorias milionárias desnecessárias”; “revitalizar ou privatizar empresas públicas deficitárias; reduzir nomeações políticas em 50%”; e “acabar com subsídios para agendas ideológicas”.
Pode ler o manifesto eleitoral da Nova Direita para as legislativas de 18 de Maio aqui.
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