O Chega, liderado por André Ventura, se ganhar as eleições legislativas antecipadas de 18 de Maio de 2025, compromete-se a “restituir funcionalidade plena às Direcções Regionais de Agricultura e Pescas (DRAP’s), dotando-as de meios e autonomia para uma actuação eficaz e descentralizada, ajustada às realidades locais” e a “restaurar o Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas com todas as suas competências históricas para garantir coerência política, operacionalidade e liderança estratégica do setor primário”.
Segundo o programa eleitoral do Chega, há que “descomplicar os processos de licenciamento e de financiamento para potenciar a riqueza primária gerada nos territórios, promovendo a criação de emprego e o empreendedorismo agrário, assim como efectivar o desenvolvimento rural através de um rejuvenescimento no sector com a modernização nacional na agricultura de regadio e na diversificação operacional de culturas”.
Por outro lado, o partido liderado por Andrés Ventura, compromete-se a “efectivar e concretizar eficientemente os fundos comunitárias e nacionais de promoção da agricultura, pescas e florestas, assim como combater o suplício dos incêndios rurais através da execução de investimentos consistentes, primeiro na prevenção e depois no combate”.
O Chega promete também “reestruturar a Administração Pública dedicada à agricultura, pescas, pecuária e florestas, reforçando a especialização técnica e promovendo a proximidade com os produtores”, assim como “promover a construção de habitação agrícola acessível em zonas rurais e do interior, através da revisão dos Planos Diretores Municipais, permitindo a criação de novas áreas urbanizáveis nos concelhos em declínio demográfico”.
Pode ler o programa eleitoral do Chega para as legislativas de 18 de Maio aqui.
Agricultura e Mar
AGRICULTURA E MAR Revista do mundo rural e da economia do mar
