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Legislativas 2025. ADN quer aumentar em 30% o número de guardas-florestais

O Partido Alternativa Democrática Nacional (ADN), presidido por Bruno Fialho e que tem Joana Amaral Dias como cabeça de lista por Lisboa, se ganhar as eleições legislativas antecipadas de 18 de Maio de 2025, compromete-se a “aumentar em 30% o número de guardas-florestais, com a criação de programas de formação específicos, para garantir que os guardas-florestais tenham os conhecimentos necessários para prevenir e combater incêndios, monitorizar a saúde das florestas e proteger a biodiversidade”.

Por outro lado, pretende “proteger as florestas e os habitats naturais autóctones de Portugal, fundamentais na preservação do ambiente, do ciclo da água e na própria prevenção dos incêndios florestais, e a “reforçar a moldura penal para o crime de fogo posto, com penas mais severas para os incendiários e a criação de um sistema de monitorização mais eficaz para prevenir e identificar focos de incêndio, aumentando a fiscalização e as patrulhas nas áreas de maior risco”, segundo o seu programa eleitoral.

Aumentar o investimento florestal reprodutivo, incentivando a reflorestação de áreas desflorestadas e a gestão sustentável das florestas, com foco na utilização de espécies autóctones e na protecção da biodiversidade, é outra das propostas. Além disso, “seria importante desenvolver campanhas de sensibilização para promover o envolvimento da comunidade na preservação das florestas”.

O programa do ADN avança ainda com a defesa pela manutenção, em todas as áreas florestais, das chamadas “árvores sapadoras” (bétulas, carvalhos, azinheiras, castanheiros, medronheiros, sobreiros, pinheiros mansos), cuja capacidade em servir de barreira à propagação dos incêndios é fundamental”.

E defende a “alteração urgente à lei que permite declarar projectos como de utilidade pública, quando tal implica o abate de sobreiros, azinheiras, carvalhos, castanheiros e medronheiros. É inaceitável destruir ecossistemas que levam dezenas de anos a se formarem para instalar painéis fotovoltaicos. A transicção energética não pode ser feita à custa do património natural. O futuro sustentável exige equilíbrio entre ambiente e inovação”.

Pode ler o programa eleitoral do ADN para as legislativas de 18 de Maio aqui.

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