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João Ponte apela ao consumo de produtos lácteos açorianos

O secretário Regional da Agricultura e Florestas dos Açores lançou um apelo para que, “quer no âmbito da restauração, quer no âmbito de toda a cadeia ligada ao sector agro-alimentar, haja um esforço para que se consumam produtos lácteos regionais”.

João Ponte, que falava, dia 7 de Dezembro, no final de uma reunião com a direcção da Associação Agrícola da Ilha Terceira, onde este foi um dos temas abordados, salientou que esta é uma preocupação que o Governo dos Açores partilha com a indústria e com as associações de produtores.

“Sabemos que o turismo está numa fase crescente na Região e, em especial, agora na ilha Terceira com o arranque dos voos low cost, e é importante que muito desse turismo, que procura os Açores pela sua natureza e por uma experiência diferente, seja aproveitado pelas unidades hoteleiras e pela restauração no sentido de promover os nossos produtos lácteos, casos do queijo, da manteiga e do leite”, frisou o secretário Regional.

João Ponte e os produtores terceirenses abordaram também os desafios que o sector enfrenta e que são semelhantes um pouco por todo arquipélago.

“Aqui, na ilha Terceira, no caso da fileira do leite, tem a particularidade ter apenas uma indústria e há uma contestação da lavoura em relação ao preço do leite, que é ligeiramente mais baixo do que o praticado, por exemplo, na ilha de São Miguel”, afirmou.

Valorização dos produtos lácteos

Para João Ponte, “este é um desafio que o Governo Regional também tem”, considerando “fundamental que a indústria aposte na valorização dos produtos lácteos, encontre mercados onde esses produtos sejam valorizados e que isso depois se traduza num aumento do rendimento da produção”.

Relativamente ao pagamento das reformas antecipadas na agricultura, outro tema em análise no encontro, o que está estabelecido é que sejam pagos a partir do mês de Outubro, no caso da reestruturação do sector.

João Ponte salientou que, “se não for possível pagar no final do ano, seguramente será no início de 2017”, acrescentando que, no caso do SAFIAGRI III, já foram pagas “cerca de 600 candidaturas, há mais cerca de 50 para pagamento e cerca de 90 que aguardam cabimento”.

“Estamos a fazer um esforço no sentido de que sejam pagos o mais rapidamente possível e sabemos perfeitamente que o sector produtivo precisa dessas verbas. Estamos agora no final de um ano económico e isso traz, naturalmente, dificuldades acrescidas, mas estamos a trabalhar para que haja uma solução muito em breve”, assegurou o secretário Regional.

Agricultura e Mar Actual

 
       
   
 

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