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IPMA liberta 610 corvinas na Ria Formosa

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A Estação Piloto de Piscicultura de Olhão (EPPO) do IPMA — Instituto Português do Mar e da Atmosfera levou a cabo, no passado dia 20 de Março de 2026, mais uma “acção relevante de repovoamento no meio natural”. Foram libertadas 610 corvinas (Argyrossomus regius), com cerca de 80 gramas cada, na Ria Formosa, no Algarve, “reforçando o compromisso contínuo com a preservação e valorização deste ecossistema único”.

Com estas iniciativas “continuamos a contribuir activamente para o aumento dos stocks neste importante local (Ria Formosa), promovendo a biodiversidade e a sustentabilidade através do repovoamento com diferentes espécies”, refere fonte institucional do IPMA.

Refira-se que a corvinas são muito apreciadas na gastronomia e na pesca esportiva.

No sotavento algarvio entre as penínsulas arenosas do Ancão e da Manta Rota, a Ria Formosa é a mais importante zona húmida do Sul de Portugal. Separada do mar por um cordão de ilhas-barreira, a ria é alimentada, em água doce, por pequenos cursos de água com regime sazonal.

Com 17.900,77 ha, o parque natural tem diversos habitat — dunas, sapais, vasas, áreas de pinhal e zonas agrícolas — sendo uma importante área em termos de aves, funcionando ainda a zona lagunar como viveiro para algumas espécies marinhas, informa o site da marca Natural.PT.

Na ria, estão identificadas 65 espécies de peixes, que se dividem em sedentárias, ocasionais e as migradoras-colonizadoras, sendo a dourada (Sparus aurata), o sargo-legítimo (Diplodus sargus), o robalo (Dicentrarchus labrax), o linguado-branco (Solea senegalensis) e a enguia-europeia (Anguilla anguilla) as de maior interesse económico.

Agricultura e Mar

 
       
   
 

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