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Há poemas de Sophia de Mello Breyner à solta no Porto de Leixões

A poesia volta a atracar no Porto de Leixões, no próximo dia 21 de Março, com a ampliação da barreira de contentores criada em 2011 e que tem como objectivo mitigar o impacto das operações portuárias junto da comunidade local.

Assim, à ‘Ode Marítima’, de Álvaro de Campos, a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) junta cinco de poemas da antologia ‘Mar’, de Sophia de Mello Breyner.

“O Porto de Leixões está localizado paredes-meias com a população de Matosinhos, pelo que pretendemos continuar a diminuir o impacto visual, o ruído e a poeira que resulta da actividade portuária. E queremos fazê-lo de forma visualmente atractiva para a comunidade local”, sustenta a APDL.

Inauguração da nova barreira de contentores

Com a assinatura dos arquitectos Francisco Vieira de Campos e Cristina Guedes do gabinete de arquitectura Menos é Mais, conta com imagens gráficas de Francisco Providência, a nova barreira de contentores, que está localizada na Doca 2 Sul do Porto de Leixões e que tem cerca de dez metros de altura e 195 m de cumprimento, será inaugurada naquele que é o Dia Mundial da Poesia.

Recorde-se que a primeira barreira de contentores, construída em 2011 e desenvolvida pelo gabinete de arquitectura Menos é Mais, contou com imagens gráficas da autoria de Francisco Providência e com versos da ‘Ode Marítima’ de Álvaro de Campos, um dos heterónimos de Fernando Pessoa.

Agricultura e Mar Actual

 
       
   
 

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