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Governo assina mais 10 pactos sectoriais para a competitividade e internacionalização

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O ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, presidiu hoje, 11 de Setembro, à assinatura de 10 Pactos Sectoriais para a Competitividade e Internacionalização, em Aveiro. Os pactos foram assinados com o Cluster de Aeronáutica, Espaço e Defesa, a Plataforma Ferroviária Portuguesa, o Cluster de Competitividade da Petroquímica, Química Industrial e Refinação, o Cluster do Calçado e da Moda, o Cluster do Mar Português, o Cluster de Recursos Minerais Portugueses, o Cluster Habitat Sustentável, o Cluster Smart Cities Portugal, o Cluster Têxtil, Tecnologia e Moda, e o Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica (TICE.PT).

“Os subscritores dos pactos são muito vocacionados para a exportação”, representando cerca de 55% das exportações nacionais, sublinhou o ministro, acrescentando que também “têm um contributo para o emprego muito grande”, representando mais de 576 mil empregos e ultrapassando os 60 mil milhões de euros em volume de negócios.

Objectivos das empresas signatárias

“O que viemos aqui fazer, foi também assumir compromissos de médio prazo entre o Estado e estes sectores, para os ajudar a concretizar os objectivos estratégicos que definiram, em termos de emprego, valor acrescentado, e exportações”, disse Pedro Siza Vieira.

Os acordos assinados dizem respeito a clusters reconhecidos pela Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI) em 2017, no âmbito do Programa Interface.

O Governo assinou os primeiros seis Pactos Sectoriais de Competitividade e Internacionalização em Março de 2019, materializando novas iniciativas nos domínios da digitalização das indústrias (i4.0), capacitação de recursos humanos, na consolidação dos factores de atractividade externa do País, internacionalização e promoção da investigação e desenvolvimento.

“O importante é assegurar que as empresas portuguesas estão mais bem preparadas para poder aproveitar os momentos altos do ciclo económico e resistirem melhor aos momentos menos bons do ciclo económico”, concluiu Pedro Siza Vieira.

Agricultura e Mar Actual

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