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Galamba: digitalização e transição energética “fundamentais” para competitividade dos portos

O ministro das Infra-estruturas, João Galamba, diz que os projectos de digitalização e transição energética, no âmbito das Agendas Mobilizadoras, são “elementos fundamentais” para o aumento “da competitividade dos portos portugueses”.

“A transição digital e energética permite aos portos melhorarem as suas operações, tornando-se mais competitivos, mas permite também novas actividades e, portanto, são de facto elementos centrais para o crescimento e melhoria da competitividade», disse o ministro, que falava na cerimónia de arranque da Agenda Nexus, liderada pela Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) no âmbito das Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Segundo João Galamba, o País “está a iniciar uma nova trajectória para os portos portugueses” que “têm de agarrar todas as oportunidades da transição energética e digital”. “É uma grande aposta do País e é, de facto, uma grande aposta e uma grande oportunidade para os portos portugueses”, afirmou.

Agenda Nexus

A Agenda Nexus, que envolve um consórcio de 35 entidades vai desenvolver, até 2025, soluções que promovam a transição digital e ecológica do setor dos transportes e da logística, num investimento de 91 milhões de euros.

Participam neste consórcio entidades de referência nacional e internacional no sector dos transportes e da logística, de instituições do sector académico e da investigação, bem como de empresas tecnológicas com reconhecido mérito internacional na área da inovação.

Ao todo serão desenvolvidos um total de 28 produtos com o objectivo de “resolver os desafios, do ponto de vista operacional, da sustentabilidade ambiental e da transição energética” que se colocam ao sector dos transportes e da logística.

João Galamba referiu ainda a necessidade de “acelerar a electrificação dos consumos nos portos e apostar no autoconsumo através da criação de Comunidades de Energia Renovável”. Uma aposta que, conforme refere, constitui “uma nova oportunidade de crescimento para os portos”, uma vez que vai permitir “reduzir o valor da sua factura energética e pode representar uma fonte de receita adicional”.

“Os portos já hoje são redes fechadas, já hoje vendem electricidade, mas não a produzem, passarão a fazê-lo rapidamente”, afirmou o ministro.

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