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Europeias 2024. AD defende aumento dos apoios à agricultura de precisão e infra-estruturas de irrigação

A Aliança Democrática (AD) apresenta-se às eleições europeias de 9 de Junho a defender o “aumento dos apoios à produção agrícola europeia bem como a redução da burocracia associada, e à formação de agricultores para o manuseio de novas tecnologias”, além de pretender “apoios a investimentos agrícolas como a agricultura de precisão ou em infra-estruturas de irrigação e de gestão eficiente de recursos hídricos”

Segundo o programa eleitoral da AD (PSD-CDS-PPM), que tem Sebastião Bugalho como cabeça de lista, a coligação compromete-se ainda a defender no Parlamento Europeu uma moderação da “obrigatoriedade de rotação anual de culturas e o alargamento nas áreas de ‘set aside’, equilibrando o melhor possível a sustentabilidade da actividade agrícola com os nossos compromissos ambientais”.

Aplicar “limites à importação de produtos alimentares que não cumpram com as mesmas exigências que são colocadas aos nossos agricultores europeus, assim como cooperação com países terceiros para a adopção de critérios equivalentes”, é outra das medidas que a AD pretende implementar na União Europeia.

Por outro lado, a Aliança Democrática compromete-se a defender no Parlamento Europeu a “criação de fontes adicionais de receitas para agricultores e silvicultores como a criação e comercialização de créditos de remoção de CO2”, assim como “potenciar os nossos direitos exclusivos para fins de exploração e aproveitamento, conservação e gestão dos recursos biológicos e minerais marítimos”.

Para a AD, “a modernização e valorização da agricultura e da silvicultura são fundamentais”, dada “a sua importância na criação de emprego e na segurança alimentares, bem como na fixação de populações em regiões de baixa densidade.

“Defendemos o caminho para uma maior auto-suficiência alimentar e que se garanta uma remuneração justa aos agricultores. O sector deve atrair jovens empresários e trabalhadores, oferecendo condições atractivas para começarem as suas actividades. É fundamental valorizar a silvicultura e as florestas e melhorar a execução dos fundos comunitários”, realça o programa eleitoral da AD, que pode ler aqui.

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