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Estação de Avisos Agrícolas de Entre Douro e Minho alerta para escoriose na vinha

A Estação de Avisos Agrícolas de Entre Douro e Minho alerta para a possibilidade de escoriose americana, Phomopsis viticola, na vinha, realçando que “o estado predominante da vinha na Região é o gomo de algodão. Numa percentagem de videiras ainda reduzida, em castas mais temporãs (Alvarinho, Loureiro), vêem-se já gomos no estado C (ponta verde), D (saída das folhas) e E (folhas separadas).

“O tratamento contra a escoriose deve ser feito nas vinhas ou parcelas afectadas, sobretudo naquelas em que mais de 15% das videiras apresentem sintomas”, refere a Circular nº 03/2023, de 29 de Março, daquela Estação de Avisos Agrícolas, acrescentando que, no geral, “ainda é cedo para o tratamento contra a escoriose. No entanto, algumas vinhas ou parcelas mais adiantadas, podem ser tratadas agora contra esta doença”.

A Estação de Avisos Agrícolas de Entre Douro e Minho aconselha ainda a observar regularmente o desenvolvimento da vinha e de cada casta e a adaptar o tratamento às condições referidas. Nas vinhas e parcelas mais afectadas, recomenda a realização precoce de um ou dois tratamentos.

Pode escolher uma das duas modalidades:

  • Um único tratamento, quando a vinha apresentar 30% a 40% dos gomos no estado fenológico D (saída das folhas), Nesta modalidade, aplique um fungicida à base de azoxistrobina ou fungicidas mistos com folpete+fosetil- alumínio, azoxistrobina+folpete, metirame+piraclostrobina ou ditianão+fosfanatos de potássio
  • Dois tratamentos: primeiro, quando a maioria das videiras estiver no estado fenológico D (saída das folhas); segundo, quando as videiras apresentarem 30% a 40% dos gomos no estado fenológico E (folhas livres).

“Em cada um dos tratamentos da segunda modalidade, utilize um fungicida simples à base de enxofre, folpete, metirame ou um misto, à base de metirame+piraclostrobina ou ditianão+fosfanatos de potássio”, recomenda aquela Estação de Avisos.

E aconselha a evitar “o aparecimento de resistências e a consequente perda de eficácia dos fungicidas”. “Utilize fungicidas de famílias químicas diferentes em cada um dos tratamentos e respeitar o limite anual de aplicações recomendado”.

Pode ler a Circular nº 03/2023 completa aqui.

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