O Centro Pinus — Associação para a Valorização da Floresta de Pinho voltou a festejar esta data especial na companhia do pinheiro-bravo, dedicando uma actividade à valorização desta espécie florestal autóctone junto da sociedade.
No pinhal-bravo do Parque Metropolitano da Biodiversidade, o Centro Pinus, a Câmara Municipal do Seixal e a Associação Vita Nativa, co-organizaram uma acção de celebração do Dia Internacional das Florestas (21 de Março) alusiva ao tema escolhido pela FAO “Floresta e Alimentos”, realçando em 2025 o importante papel da floresta na produção de alimentos e na segurança alimentar.
Com a participação de alunos e professores do Colégio de Guadalupe, a actividade propôs a construção de diferentes comedouros para a fauna, incentivando a criatividade e o uso de materiais naturais disponíveis no pinhal, avança uma nota de imprensa do Centro Pinus.
Este workshop didáctico e divertido teve a orientação dos biólogos da Associação Vita Nativa que, ao longo do ano, dinamizam neste parque florestal inúmeras actividades de sensibilização e de educação ambiental. A pé ou de bicicleta, passam pela Casa da Biodiversidade e pelos vários espaços deste pinhal entre 1.400 a 1.500 visitantes, por mês.
O Parque Metropolitano da Biodiversidade é uma área florestal com 7 hectares, situado na Verdizela e sob gestão do município do Seixal. A ambição da autarquia, partilhada pelo autarca Paulo Silva, é que “este pulmão verde do concelho” se estenda por 400 hectares”, constituindo o segundo maior parque urbano da Grande Lisboa.
Este pinhal-bravo encontra-se inserido no Sítio de Importância Comunitária da Rede Natura 2000 Fernão Ferro/Lagoa de Albufeira e nele já foram identificadas 856 espécies de vários grupos da fauna, flora e inclusive do reino dos fungos, realça a mesma nota.
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