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CNA diz que Ministério da Agricultura e Governo devem atribuir ajudas excepcionais aos agricultores afectados pelo temporal

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O temporal de domingo, dia 31 de Maio, com chuva, ventania e granizo, afectou sobretudo a região Norte e a região Centro, provocam grandes prejuízos explorações agrícolas. O Ministério da Agricultura já comunicou que está a avaliar os estragos e a estudar medidas de apoio aos produtores.

Mas, a CNA — Confederação Nacional da Agricultura realça, em comunicado, que o Ministério da Agricultura e Governo devem atribuir ajudas excepcionais aos agricultores afectados pelo temporal.

“As fortes intempéries que no passado fim-de-semana se abateram sobre algumas Regiões, com chuva, ventania e granizo, causaram grandes prejuízos aos agricultores em praticamente todas as culturas, de hortícolas, a batatais, a pomares, vinhas e olivais”, explica a Confederação.

E para além dos prejuízos avultados, “as primeiras estimativas somam algumas dezenas de milhões de euros com as produções perdidas” nos concelhos mais atingidos, os danos, nomeadamente em “culturas permanentes, verificam-se também em plantas e árvores o que ameaça ainda mais a sobrevivência de muitas explorações agrícolas”.

“Intervenção imediata e capaz de evitar a falência”

“Sublinhando a convergência de alertas e reclamações com outras entidades e instituições, a CNA e filiadas reclamam ao Ministério da Agricultura e ao Governo uma intervenção imediata e capaz de evitar a falência de centenas de agricultores muitos dos quais até já sofreram outras calamidades ainda recentes e que, também por isso, se encontram descapitalizados”, acrescenta o mesmo comunicado.

A Confederação Nacional da Agricultura salienta ainda que “sai cara aos agricultores a maioria dos seguros agrícolas os quais tendem para segurar… as seguradoras mais que os eventuais beneficiários das apólices”.

Exigências

É neste contexto que a CNA reclama ao Ministério da Agricultura e ao Governo, o “rápido e criterioso levantamento dos prejuízos, e cultura a cultura, freguesia a freguesia, com a consequente declaração de calamidade pública” e a atribuição de uma “ajuda de facto excepcional, a fundo perdido, calculada em função dos prejuízos por cada cultura afectada, região a região, e com um tecto ou limite máximo – com “plafond” – por agricultor e considerando toda a respectiva situação”.

Por outro lado, a Confederação exige o aumento da comparticipação pública, com carácter excepcional embora, nos projectos no âmbito do PDR 2020 e da medida “Restabelecimento do Potencial Produtivo“, ou seja, “nos projectos para recuperar a exploração afectada para esta voltar a produzir em boas condições”.

Agricultura e Mar Actual

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