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Chega pede “urgente e imediata” reparação das comportas no Rio Pranto para não afectar produção de arroz

O Grupo Parlamentar do Chega (CH) recomenda ao Governo que “proceda à urgente e imediata reparação do sistema de comportas junto ao rio Pranto, Figueira da Foz, por forma a impedir que a presença de água salgada afecte a produção de arroz”.

“Num momento em que o Mundo Rural e todo o sector agrícola necessitam como de pão para a boca de medidas e uma gestão política tutelar competente e profícua na resolução dos problemas, não há mais tempo a perder, há que responder aos anseios do sector primário português, um dos sectores histórica e continuamente mais importantes do nosso País”, realçam os deputados do CH no seu Projecto de Resolução 519/XV/1, entregue hoje, 2 de Março, na Assembleia da República.

Acrescentam os deputados do Chega que “ao manter-se inalterada a situação neste âmbito apresentada, pode colocar-se em causa, a produção de arroz naquela zona” que, tanto quanto noticiado, “até é, segundo estudos internacionais, onde se produz o melhor arroz carolino da Europa”.

E explicam que “em 2019 as comportas conhecidas como Maria da Mata situadas na freguesia de Alqueidão, concretamente na margem esquerda do Rio Mondego, colapsaram. Como solução de recurso a esse mesmo colapso foram colocadas tubagens com válvulas de maré entre o leito dos rios Mondego e Pranto”.

Mas, as válvulas colocadas, “apesar dos vários alertas, foram-se deteriorando, estando agora sem capacidade de vedar a entrada de água salgada nas culturas, circunstância que cria impactos negativos nas culturas onde penetre, afectando a sua produção e podendo mesmo nalguns casos inviabilizá-la”.

Nos últimos dias, e “atendendo aos alertas reiteradamente feitos quanto a esta matéria, mas até ao momento nunca solucionados”, cerca de cinquenta agricultores do Baixo Mondego mobilizaram-se e exigem agora “a reparação “imediata” e “urgente” de um sistema de comportas junto ao Rio Pranto, na Figueira da Foz, para impedir que a água salgada afecte a produção de arroz”, acrescenta o Grupo Parlamentar do Chega.

E frisa que “a isto acrescem as reivindicações de um emparcelamento territorial” que compreenda cerca de “dois mil hectares de campos agrícolas do vale do Pranto”. “Este emparcelamento já foi várias vezes prometido mas, lamentavelmente, nunca executado”.

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