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Carlos Furtado: “agricultura deve representar mais na economia da região” dos Açores

“A realidade da invasão da Ucrânia veio pôr ainda mais a descoberto a necessidade de os países caminharem mais para a auto-suficiência alimentar, matéria onde os Açores, por enquanto, têm um longo caminho a percorrer”. Quem o diz é o deputado independente, nos Açores, Carlos Furtado, que com João Martins, elemento do grupo de trabalho que acompanha o deputado, esteve reunido com o Director dos Serviços de Desenvolvimento Agrário da Ilha de S. Miguel, Luís Estrela.

A reunião foi realizada a pedido do deputado e teve como assunto principal a abordagem a outras produções agrícolas na região, como alternativa ao sector leiteiro.

“Alocar mais terra e com parcelas de maior dimensão para a produção de vegetais, legumes e frutos, de forma mais mecanizada, poderá ser um caminho a seguir pela nossa agricultura, contornando assim a falta de mão-de-obra e promovendo mais independência alimentar, esta é uma linha de pensamento que se revelou comum nos participantes da reunião”, refere uma nota de imprensa do deputado independente.

Para o parlamentar, os Açores são uma região que apresenta níveis de pluviosidade que “facilitam estas produções, a gestão correcta da água, deverá ser um elemento a levar em linha de conta, uma vez que este, em muito poderá contribuir para o sucesso de um novo paradigma de produção agrícola na região”.

Assim, entende o deputado que “é altura de pensar melhor a gestão do nosso solo produtivo, orientando-o também para as produções referidas, atendendo ainda ao facto de que, a quantidade de alimentos produzidos por hectare nestas produções, ser muito maior do que aquela que resulta da agropecuária, constituindo-se assim numa forma eficaz de diminuir as importações de bens alimentares”.

A reunião terminou com o compromisso de Carlos Furtado e Luís Estrela, continuarem a trocar as suas visões sobre a produção agrícola regional, no objectivo de ser desenvolvido “um trabalho eficaz em prol da produção regional e consequentemente da nossa economia e bem-estar das populações”.

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