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Bolieiro: “não vacilo na prioridade política de fazer justiça ao sector agrícola”

“Não gostaria nesta minha intervenção de ser interpretado como alguém que vem para a promessa vã e política. Não é este o meu papel, a minha atitude. Não ignoro a situação, mas respeito muito a inteligência e capacidade de avaliação das pessoas que me ouvem aqui e nos Açores inteiros. A realidade é que todas as políticas que desenvolvemos para valorizar e fazer justiça à nossa economia política no agroalimentar são para continuar. Não vacilo um milímetro numa prioridade política que faça justiça ao agroalimentar”.

As declarações são do presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Boieiro, durante uma visita, no sábado, 2 de Dezembro, ao IX Concurso Micaelense Holstein Frísia de Outono, confirmando a “prioridade política” para com o sector agrícola e agroalimentar.

Acompanhado pelo secretário Regional da Agricultura, António Ventura, o presidente do Governo teceu elogios ao presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, enaltecendo a “boa influência na decisão estratégica” e a capacidade de “unir e reunir todos os produtores” da Região.

Ademais, lembrou o fim dos rateios, que “prejudicavam a justa expectativa” dos agricultores. “O fim dos rateios é uma prática realizada, não uma promessa, e há a garantia que assim é para continuar”, garantiu.

4 milhões de euros do PRR

Na ocasião, José Manuel Bolieiro lembrou que estão actualmente em vigor candidaturas para apoio à transição verde, digital e inovação, estando destinados quatro milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para tal.

No que refere à “renovação geracional” no sector, e sobre o “grave problema” que são os “sobrecustos de pagamento à Segurança Social”, o presidente do Governo mostrou-se disponível para estudar um “apoio directo aos jovens para diminuir” os custos neste campo, refere uma nota de imprensa do Executivo açoriano.

“Veremos que tipo de percentagem podemos acertar neste tipo de apoio”, disse, acrescentando ainda o desejo de encontrar uma “forma de compensação”, em articulação com a banca, sobre os sobrecustos referentes ao aumento das taxas de juro. Para além disso, o compromisso de abertura dos três mil direitos de vacas aleitantes é referente a todas as ilhas e “será uma realidade a breve trecho”, asseverou.

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