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Azeite brasileiro irregular. Ministério aperta fiscalização

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O Brasil está com problemas de azeite. Fraudes, na verdade. São 43 marcas em irregularidade que pagaram multas até 150 mil euros. Importam e engarrafam azeite no país, mas não dizem de onde vem. Segundo dados do International Olive Council (COI), o Brasil é o terceiro maior importador de azeite do mundo. Em 2016, o país importou cerca de 50 milhões de toneladas deste produto.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA) publicou no seu site uma nota onde informa que foram realizadas análises a 140 marcas de azeite existentes no mercado e que 45 destas marcas apresentaram irregularidades. As amostras foram colhidas em 12 Estados brasileiros e no Distrito Federal.

Segundo o MAPA, as fraudes mais comuns são praticadas por empresas brasileiras que importam a granel e engarrafam o produto no Brasil. As empresas que praticaram fraudes foram autuadas com multas de até 150 mil euros por irregularidade encontrada e os produtos foram apreendidos para inutilização. As empresas foram denunciadas ao Ministério Público, a que se deverá seguir a abertura de inquérito policial.

Os Estados onde foram registadas mais irregularidades foram São Paulo, Paraná, Santa Catarina e o Distrito Federal, estados onde se concentra o maior número de empresas que embalam o produto.

Fiscalização reforçada

O MAPA intensificou a fiscalização de azeite de oliveira, desde a semana passada, recolhendo amostras principalmente de produtos das empresas que apresentaram irregularidades nos últimos dois anos.

Veja aqui as marcas analisadas que apresentaram irregularidades.

As marcas analisadas que estão em conformidade podem ser consultadas aqui.

Agricultura e Mar Actual

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