Atenção aos agueiros. Polícia Marítima apoia banhista inconsciente em Matosinhos

O Capitão do Porto de Leixões coordenou, dia 16 de Maio, uma acção de apoio a um banhista inconsciente, após ter sido apanhado por um agueiro e resgatado por um surfista, na praia Cidade S. Salvador, em Matosinhos.

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) aconselha a não entrar em pânico e a não tentar vencer a corrente. Os agueiros podem ser fatais e causar a morte por afogamento. “O banhista deve sobretudo não entrar em pânico, nem tentar vencer a corrente. Deve pedir ajuda e nadar lateralmente até deixar de se sentir o efeito da corrente. Depois, deve tentar sair da água num local afastado desta corrente”, aconselha a Autoridade Marítima.

O alerta foi dado pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa às 15h21, informando que um banhista tinha sido resgatado em estado inconsciente, por um surfista que se encontrava no local. “De imediato foram empenhados na operação meios do INEM, em cooperação com uma equipa do Comando-local da Polícia Maritima de Leixões, para tomar conta da ocorrência. Estiveram ainda presentes no local elementos do Sistema de Salvamento Balnear”, afirma um comunicado da Autoridade Marítima Nacional.

Forte corrente marítima

O banhista encontrava-se a nadar no mar, quando apanhado por um agueiro, o que, conjugado com a forte corrente marítima junto à praia, o arrastou para o largo, impossibilitando-o de regressar. A vítima inconsciente, de 25 anos de idade e nacionalidade alemã, necessitava de cuidados médicos, tendo sido transportado para o hospital Pedro Hispano, onde deu entrada às 16h06.

A Autoridade Maritima relembra para o cumprimento das regras de segurança, alertando particularmente que os perfis das praias ainda não se encontram estabilizados, potenciando-se assim a criação de agueiros.

Agricultura e Mar Actual

 
       
   
 

Verifique também

IPMA: Setembro de 2025 foi o sexto mais frio desde 2000

Partilhar              O IPMA — Instituto Português do Mar e da Atmosfera informa que foi publicado o …

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.