As vendas a retalho aceleraram em Maio de 2025 de 3% para 4,8%, face a igual período do ano passado, com aumentos de 5% nos bens alimentares (em desaceleração) e de 4,7% nos bens não alimentares. A variação média anual (12m/12m) subiu de 4,1% para 4,2%. Em Maio, a taxa de desemprego mensal manteve-se em 6,3% da população activa, o que compara com 6,4% em Janeiro e Março deste ano, e em Maio de 2024. A população activa cresceu 2,5% em termos homólogos, enquanto o emprego cresceu 2,6%, revela análise semanal de 7 a 13 de Julho de 2025, do Novo Banco.
Adianta aquela análise que as vendas a retalho cresceram 2,2% em Maio, face ao mês anterior, com um aumento de 4,1% na componente de bens não alimentares (as vendas de bens alimentares recuaram 0,6%). Com este registo, observou-se uma aceleração em termos homólogos das vendas a retalho, de 3% para 4,8%, neste caso com aumentos de 5% em termos homólogos nos bens alimentares (prolongando uma tendência gradual de desaceleração, ainda que mantendo fortes crescimentos) e de 4,7% nos bens não alimentares (aqui em aceleração face aos registos dos últimos meses).
A variação média anual (12m/12m) das vendas a retalho subiu de 4,1% para 4,2% em Maio, o que compara com 4% no final do primeiro trimestre e com 3,2% no final do 4º trimestre de 2024 (todas estas variações são expressas em volume).
“O consumo privado continua a beneficiar de uma evolução tendencialmente favorável do emprego e do rendimento disponível, neste caso devendo salientar-se também a descida das taxas de juro”, acrescentam os analistas do Novo Banco.
Taxa de desemprego estável em 6,3%
Em Maio, a taxa de desemprego mensal manteve-se em 6,3% da população activa, o que compara com 6,4% em Janeiro e Março deste ano, e em Maio de 2024. A população activa cresceu 2,5% em termos homólogos, enquanto o emprego cresceu 2,6%. A economia e o mercado de trabalho “continuam, assim, em grande medida, a absorver o aumento da população”.
Também em Maio, a produção industrial cresceu 1,9%, face ao mês anterior e 2,6% em termos homólogos. O principal contributo para esta evolução veio da componente de energia (2,7 pontos percentuais), com uma subida homóloga de 18%. A produção de bens de investimento contribuiu com 0,3 p.p.(+1.7% em termos homólogos). A produção de bens de consumo recuou 1,6%.
Pode ler a análise semanal do Novo Banco aqui.
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