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Altri lucra 41,6 milhões de euros no primeiro semestre de 2017

A Altri registou no primeiro semestre de 2017 um resultado líquido de 41,6 milhões de euros, valor que representa um aumento de 3,3% face aos 40,2 milhões registados no período homólogo de 2016. Neste período as receitas atingiram 325 milhões de euros, mais 7% que no primeiro semestre do ano passado, com o EBITDA a atingir 87,5 milhões de euros face aos 88,4 milhões verificados no exercício anterior.

Quanto aos números do segundo trimestre, de Abril a Junho, a produção de pasta de papel aumentou 12% face a igual período de 2016, para 264 mil toneladas, com a venda de pasta a aumentar 11% e as exportações de pasta de papel a crescerem 9%.

A empresa refere que a tendência de aumento do preço de pasta apresenta uma subida de 15% face ao primeiro trimestre de 2017, e 13% face ao período homólogo de 2016.

A Altri explica que, durante o terceiro trimestre de 2017, realizará a paragem anual programada da unidade industrial Celtejo, prevista para Setembro. “Tendo em conta a dinâmica da procura e as paragens anuais de manutenção que ocorrerão em várias unidades industriais de produção de pasta durante os meses de Verão, será de perspectivar que o nível de preços se mantenha alto durante o terceiro trimestre”, acrescenta a empresa.

Incêndios

Na sua apresentação de contas semestrais, a Altri realça que em conjunto com a The Navigator Company (Navigator) estiveram “envolvidas desde a primeira hora no combate aos incêndios que assolaram o território português no mês de Junho, com as suas equipas de sapadores florestais, nomeadamente através do dispositivo da Afocelca”. Nesse sentido, a Altri e a Navigator decidiram contribuir com um milhão de euros, dos quais meio milhão de euros será destinado ao fundo especial de apoio às organizações da sociedade civil da região de Pedrógão Grande, constituído pela Fundação Calouste Gulbenkian. Esta contribuição visa ajudar a minimizar as consequências dos incêndios e da tragédia que afectou os municípios de Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra.

As duas empresas, de base florestal, decidiram também investir na recuperação de encostas, linhas de água e infra-estruturas florestais, nas zonas afectadas pelos incêndios, conforme um plano técnico com 12 acções, disponibilizando ainda o apoio especializado das suas equipas.

Agricultura e Mar Actual

 
       
   
 

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