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Aicep: ficha de mercado sobre os Países Baixos já está online

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A Aicep – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal publicou a “Ficha de Mercado Países Baixos” (Março 2017), onde faz uma breve análise da economia do país, das relações económicas Portugal-Países Baixos e das condições de acesso ao mercado, apresentando também um conjunto de informações úteis para exportadores e investidores nacionais.

O documento salienta que os Países Baixos foram, segundo o Banco Mundial, a 17ª economia mundial em 2015. Com uma situação geográfica estratégica, o país constitui uma placa giratória do comércio europeu e um centro de distribuição das importações e dos investimentos provenientes, nomeadamente, da Ásia e dos Estados Unidos.

Após uma retoma da economia holandesa registada nos três últimos anos, a Comissão Europeia prevê que o PIB cresça 2% em 2017 e 1,8% em 2018. Por outro lado, as importações de bens e serviços deverão aumentar 3,9% no corrente ano.

Na área do comércio o país foi o 8º importador mundial de bens (com uma quota de 3% do total em 2015) e 7º de serviços (3,6%). Em termos de investimento, a UNCTAD estima que os fluxos de IDE captados pelos países Baixos tenham atingido, em 2016, 46 mil milhões de USD, posicionando o país como 8º receptor mundial (e 3º da UE).

Trocas com Portugal

Os Países Baixos posicionaram-se, em 2016, como o 6º cliente de Portugal de bens e serviços, absorvendo 4,1% do total das exportações, que atingiram 3,1 mil milhões de euros (+3,1% face ao ano anterior), sendo que as vendas de serviços aumentaram 9,4%, enquanto as vendas de bens diminuíram 5,8%.

Em termos de posição de investimento directo (ID) com o exterior, o stock de ID dos Países Baixos no nosso país (de acordo com o Princípio Direccional) registou, no final de 2016, cerca de 28,7 mil milhões de euros, tendo este país sido o principal mercado emissor de ID (com uma quota de 25,6%).

É de referir que, em termos de tributação, o país oferece um ambiente atractivo aos empreendedores (Competitive Fiscal Climate), concedendo benefícios ou vantagens fiscais e aplicando, em sede de imposto sobre as sociedades, uma taxa de 20% sobre os primeiros 200 000,00 euros dos lucros tributáveis e uma taxa de 25% sobre o montante excedente.

O documento pode ser consultado aqui.

Agricultura e Mar Actual

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