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AHRESP defende compensações financeiras proporcionais aos “elevados prejuízos” de Natal e Ano Novo

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A AHRESP — Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal reuniu ontem, 21 de Dezembro, com o Governo, a fim de apresentar a “urgência de medidas de compensação financeira para os elevados prejuízos que se prevêem para a época natalícia e de passagem de ano”, e que resultam da “quebra de receitas e do pagamento de compromissos já assumidos”. Mais assinalou que devem ser revistos os mecanismos de cálculo das compensações que foram considerados nos fins-de-semana do passado mês de Novembro.

Nesta missiva, a AHRESP reuniu com a secretária de Estado do Turismo e do Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, para manifestar a grande preocupação com o “impacto brutal” que as regras de confinamento sanitário irão provocar nas empresas da restauração e similares e do alojamento turístico.

Teve a Associação a oportunidade de assinalar a “necessidade de alteração dos mecanismos de cálculo da compensação financeira, aplicando-o à quebra efectiva por comparação às receitas do período homólogo de 2019”.

Solicitou igualmente que esta compensação abrangesse não só as empresas da restauração e similares, mas também as empresas do alojamento turístico.

Protecção do emprego

“Estas compensações não afastam a imperiosa necessidade de ver regulamentadas e disponibilizadas todas as medidas apresentadas pelo ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital no passado dia 10 de Dezembro, com vista ao reforço da liquidez das empresas, da protecção do emprego e do apoio às rendas comerciais”.

Porque todas estas medidas “assumem vital importância para as actividades de restauração e similares e do alojamento turístico, dramaticamente afectadas”, acredita a AHRESP que o Governo “não deixará de considerar a oportunidade da sua regulamentação e a urgência na sua execução”.

Agricultura e Mar Actual

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