A AgroSemana – Feira Agrícola do Norte – abriu oficialmente as portas, com a assinatura de um Memorando de Entendimento entre a Agros e o Grupo Painhas para a transformação dos efluentes agropecuários em fertilizantes orgânicos e em biogás, “contribuindo para que o sector alcance as metas nacionais de descarbonização e em energias renováveis”.
Na sessão inaugural, presidida por Idalino Leão, presidente do Grupo Agros, destacou-se também a importância da feira como “espaço de promoção agropecuária, alertando para a imagem que os manuais escolares passam dos agricultores e da agricultura não ser verdadeira sendo eles os verdadeiros jardineiros da paisagem e produtores de bens seguros e saudáveis para todos, a pouca adesão de jovens ao ensino superior na área e defendeu o sector agroalimentar como desígnio nacional”, avança uma nota de imprensa da organização da AgroSemana.
No encerramento da sessão, a cargo de António Cunha, presidente da CCDR-N, agradeceu a “frontalidade de Idalino Leão e reconheceu a pertinência das preocupações transmitidas. Na sua intervenção abordou ainda o tema dos incêndios, sublinhando a importância do trabalho de remodelação estrutural que é necessário desenvolver neste domínio, reforçando a relevância da AgroSemana como motor de valorização do território e do sector agropecuário”.

Fizeram ainda parte deste primeiro dia as visitas dos profissionais do sector aos Campos de Ensaio, seminários e sessões técnicas com destaque a apresentação conjunta da Segalab/Vetlima, centrada no maneio adequado do vitelo após o nascimento e durante a recria.
O Programa profissional encerrou com o seminário promovido pela PEC-Nordeste, com o tema “Bases da padronização do Prado ao Prato – O Futuro da Carne de Bovino”, contribuiu para o debate em torno da padronização da carne de bovino como factor decisivo para a sustentabilidade e competitividade futura das explorações pecuárias nacionais.
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