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Açores esperam concluir processo participativo da área ‘offshore’ para implementação de áreas marinhas protegidas até ao final de 2023

A sétima reunião do processo de envolvimento das partes interessadas para a área ‘offshore’, com vista a atingir a meta dos 30% de Áreas Marinhas Protegidas (AMP) no mar dos Açores, em que 15% serão áreas totalmente protegidas, realizou-se hoje, 18 de Novembro, no âmbito do programa Blue Azores.

O Governo Regional dos Açores, que iniciou em Dezembro do ano passado o processo de envolvimento e diálogo com diferentes entidades para a definição de novas Áreas Marinhas Protegidas, pretende tê-las definidas até ao final de 2023.

A reunião, que teve lugar no Palácio da Conceição em Ponta Delgada, juntou uma vez mais cerca de duas dezenas de entidades envolvidas no programa, tendo como propósito apresentar a revisão da rede de AMPs ‘offshore’, que foi criada a partir das propostas que resultaram do inquérito às partes interessadas, informa uma nota de imprensa do Executivo açoriano.

As propostas apresentadas foram resultado de vários meses de trabalho em conjunto, unindo o conhecimento científico às opiniões dos vários utilizadores do mar dos Açores, tentando desta forma alcançar uma solução em comum.

Vigilância marítima

Foi feita na mesma manhã uma apresentação sobre os meios disponíveis e o futuro da vigilância marítima, tal como foi apresentado o mapeamento da frota pesqueira açoriana, elemento considerado basilar para a discussão da reestruturação deste sector.

Este processo de co-criação para a definição de AMPs em offshore “encontra-se em fase avançada, começando, assim, a definir-se uma rede de áreas marinhas protegidas nesta área”, refere a mesma nota.

E adianta que “as AMP são fundamentais para salvaguardar a biodiversidade e a saúde dos ecossistemas marinhos. Funcionam como santuários que garantem sistemas marinhos intactos onde as espécies aumentam em número e tamanho, ajudando a restaurar populações saudáveis dentro e fora dos seus limites”.

As Áreas Marinhas Protegidas offshore, ou em mar profundo, irão permitir proteger e recuperar uma parte importante do património natural, fornecendo aos Açores mais opções para a construção de uma economia azul próspera.

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