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8º Episódio d’A Palavra aos Frescos é dedicado à Frusoal

A FNOP — Federação Nacional das Organizações de Produtores de Frutas e Hortícolas acaba de anunciar o 8º episódio da sua rubrica “A Palavra aos Frescos”, uma série de vídeos reportagem onde se destacam as Organizações de Produtores (OP) e os seus produtos.

Neste novo episódio é dado destaque à Organização de Produtores Frusoal – Frutas do Sotavento Algarve. Localizada em Vila Nova de Cacela, no concelho de Vila Real de Santo António, tem 58 produtores e uma área de produção de 1.550 hectares (1.300 ha de citrinos).

As suas principais culturas são os citrinos, diospiro, abacate e no último ano, por forma a dar resposta a sócios com explorações em zonas com escassez de água, a alfarroba.

Os agricultores do Algarve juntaram-se e criam a maior Organização de Produtores de Citrinos em Portugal. A Frusoal nasceu na década de 80, altura em que cerca de 70% da produção nacional de citrinos já se concentrava na região mais a Sul de Portugal.

Nos últimos anos, para diversificar a produção, tem investido na produção de dióspiro, abacate e citrinos biológicos. Por outro lado, aposta em Inovação, Investigação & Desenvolvimento, contribuindo para a implementação de práticas agrícolas mais sustentáveis, encontrar soluções contra doenças que ameacem a citricultura, acrescentar valor aos seus produtos.

25% da produção exportada

Actualmente, 75% da produção da Frusoal – Frutas do Sotavento Algarve é absorvida por hipers e supermercados no mercado nacional, e 25% tem como destino a exportação. Tem presença consolidada em mercados europeus como Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Polónia e Suíça. Mais recentemente, entrou no Canadá e está a apostar em novas geografias, como Itália e os países da Escandinávia.

A Palavra aos Frescos é financiada pelo PDR 2020, no âmbito do projecto da Rede Rural Nacional (Observação da agricultura e dos territórios rurais), intitulado F&H_ORG – Promover e Organizar o Sector Hortofrutícola.

Tem como principal objectivo mostrar a importância de fazer parte de uma organização de produtores e desta forma contribuir para um aumento do grau de organização do sector hortofrutícola em Portugal aproximando-o o mais possível da média europeia.

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