Incêndios – AGRICULTURA E MAR ACTUAL http://agriculturaemar.com Portal do mundo rural e da economia do mar Sun, 17 Nov 2019 15:14:09 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.4 Prémios Empreendedorismo e Inovação CA 2019 entregues a 2 de Dezembro. Conheça os finalistas http://agriculturaemar.com/premios-empreendedorismo-e-inovacao-ca-2019-entregues-a-2-de-dezembro-conheca-os-finalistas/ http://agriculturaemar.com/premios-empreendedorismo-e-inovacao-ca-2019-entregues-a-2-de-dezembro-conheca-os-finalistas/#respond Mon, 18 Nov 2019 10:00:03 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45575 A cerimónia de entrega dos Prémios Empreendedorismo e Inovação Crédito Agrícola, a decorrer no âmbito do encontro “Centros de Competência e a Inovação na Agricultura”, terá lugar no dia 2 de Dezembro, às 14 horas, no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, com organização do Inovisa, inovação no sector agrícola, alimentar e florestal, …

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A cerimónia de entrega dos Prémios Empreendedorismo e Inovação Crédito Agrícola, a decorrer no âmbito do encontro “Centros de Competência e a Inovação na Agricultura”, terá lugar no dia 2 de Dezembro, às 14 horas, no Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, com organização do Inovisa, inovação no sector agrícola, alimentar e florestal, em parceria com a Rede Rural Nacional e apoio institucional do Ministério da Agricultura.

O evento conta com a apresentação dos 21 Centros de Competências constituídos até à data e a realização de Mesa Redonda com o tema “Presente e Futuro: Mais e Melhor Inovação.

Nesta sessão participam o Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça (CCSC), o Centro Operativo Tecnológico Hortofrutícola Nacional – Centro de Competências (COTHN), o Centro de Competências da Apicultura e Biodiversidade (CCAB), o Centro Operativo e Tecnológico do Arroz (COTARROZ), o Centro Nacional de Competências dos Frutos Secos (CNCFS), e tem moderação de Custódia Correia, coordenadora da Rede Rural Nacional.

Segue-se a entrega dos prémios que vão distinguir projectos nas áreas de produção, transformação e comercialização, desenvolvimento rural, Jovem Empresário Rural, inovação em parceria: Grupos Operacionais, e ainda a distinção “BFK Award”.

Pode consultar o programa aqui.

Projectos Finalistas 2019

Produção, Transformação e Comercialização

ChestWine

Uso da flor de castanheiro como conservante natural isento de toxicidade para o vinho, criando assim uma alternativa aos sulfitos adicionados e proporcionando ao consumidor um vinho biodinâmico, diferenciado, seguro e portador de propriedades bioactivas. Mais informações aqui.

Salys

Alternativa saudável ao consumo de sal, feito a partir de salicórnia e ervas aromáticas com cinco vezes menos sódio que o sal marinho. Mais informações aqui.

Water Percept

Tecnologia de medição da quantidade de água na vegetação de modo preciso e não-invasivo, através da produção de imagens 2D ou 3D para caracterização do stress hídrico das plantas.

Desenvolvimento Rural

Arouca Agrícola

Estratégia municipal de melhoria das práticas agrícolas no território, que visa estimular o modo de produção biológico, apoiando o escoamento de produtos diferenciados (património genético e variedades regionais) e criando dinâmicas na vertente educativa (ambiental e alimentar), social (quintas terapêuticas) e turística (turismo agrícola). Mais informações aqui.

Forest Supervisor

Sistema de detecção de fogos florestais que analisam: temperatura, humidade, CO2, direcção e velocidade do vento. Através de sensores de inteligência artificial detectam e prevêem fogos 24/7. É uma solução de fácil instalação, com um grande raio de abrangência (300m vs. 20m convencional) e com bom equilíbrio entre custo e eficácia. Mais informações aqui.

Soresa

Dinamização de produtos transmontanos através do desenvolvimento de uma imagem cuidada dos produtos, embalagem e optimização dos canais de venda, encurtando caminho entre a produção e a comercialização. Mais informações aqui.

Jovem Empresário Rural

Goji Natur

Comercialização de bagas goji biológicas, frescas e secas. Para além dos produtos apresentados em sede de candidatura, a empresa conta agora com mais três produtos que têm as bagas goji como base: compota de goji, geleia picante de goji, bagas goji desidratadas. Mais informações aqui.

Phytoalgae

Reaproveitamento dos resíduos agro-industriais para a produção biológica de microalgas endémicas da Região Autónoma da Madeira, com o objectivo de produzir bio-moléculas essenciais para a saúde humana. Mais informações aqui.

PhytoClean

Produção e comercialização de plantas aquáticas autóctones, com capacidade de tratamento de águas e solos contaminados sem o recurso a químicos. Mais informações aqui.

Inovação em Parceria: Grupos Operacionais

Novas práticas em olivais de sequeiro: estratégias de mitigação e adaptação às alterações climáticas

Desenvolvimento de um manual de boas práticas para a mitigação das alterações climáticas, pela redução das emissões de GEE e pelo aumento do sequestro de carbono e a adaptação do olival de sequeiro a novas condições climáticas. Mais informações aqui.

Regadio de Precisão

Sistema integrado para aumento de eficiência em culturas de regadio por pivot, através de tecnologias de agricultura de precisão, com claros benefícios no uso eficiente de factores de produção, em especial da água e energia de rega. Este sistema permite a maximização da exploração em regadio e promove a competitividade do sector. Mais informações aqui.

Waste2Value

Valorização de sub-produtos da actividade agrícola através da produção de alimentos compostos para animais, plásticos biodegradáveis e tratamento de efluentes animais. Mais informações aqui.

Agricultura e Mar Actual

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Setúbal reforça equipamento de gestão de combustível florestal http://agriculturaemar.com/setubal-reforca-equipamento-de-gestao-de-combustivel-florestal/ http://agriculturaemar.com/setubal-reforca-equipamento-de-gestao-de-combustivel-florestal/#respond Fri, 08 Nov 2019 17:15:35 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45384 A Câmara Municipal de Setúbal acaba de reforçar o seu equipamento de gestão de combustível florestal. Segundo fonte da autarquia, a gestão de combustível florestal do concelho desenvolvida pela Câmara Municipal de Setúbal com o objectivo da prevenção dos incêndios foi recentemente reforçada com a aquisição de uma máquina corta-mato, num investimento de cerca de …

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A Câmara Municipal de Setúbal acaba de reforçar o seu equipamento de gestão de combustível florestal. Segundo fonte da autarquia, a gestão de combustível florestal do concelho desenvolvida pela Câmara Municipal de Setúbal com o objectivo da prevenção dos incêndios foi recentemente reforçada com a aquisição de uma máquina corta-mato, num investimento de cerca de 70 mil euros.

Equipamento Farmall

O novo equipamento, modelo Farmall, com a potência de 115cv, é constituído por um tractor e um braço limpa-bermas e passa a fazer parte da frota de meios mecânicos agregados ao Serviço Municipal de Gestão de Combustíveis e Riscos Florestais.

No âmbito das competências atribuídas ao município, este serviço, criado este ano, “opera por todo o concelho de Setúbal na limpeza de terrenos municipais e na limpeza coerciva de terrenos privados”, acrescenta a mesma fonte da Câmara Municipal de Setúbal, presidida por Maria das Dores Meira.

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Incêndios na Europa: Portugal registou a maior área ardida em 2018 http://agriculturaemar.com/incendios-na-europa-portugal-registou-a-maior-area-ardida-em-2018/ http://agriculturaemar.com/incendios-na-europa-portugal-registou-a-maior-area-ardida-em-2018/#respond Thu, 31 Oct 2019 12:00:45 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45234 O Sistema Europeu de Informação sobre Fogos Florestais registou, no ano passado, o maior número de incêndios florestais em áreas de mais de 30 ha, em Itália (147 incêndios, 14 649 ha ardidos), Espanha (104 incêndios, 12 793 ha ardidos), Portugal (86 incêndios, 37 357 ha ardidos), Reino-Unido (79 incêndios, 18 032 ha ardidos) e …

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O Sistema Europeu de Informação sobre Fogos Florestais registou, no ano passado, o maior número de incêndios florestais em áreas de mais de 30 ha, em Itália (147 incêndios, 14 649 ha ardidos), Espanha (104 incêndios, 12 793 ha ardidos), Portugal (86 incêndios, 37 357 ha ardidos), Reino-Unido (79 incêndios, 18 032 ha ardidos) e Suécia (74 incêndios, 21 605 ha ardidos).

A Comissão Europeia publicou hoje, 31 de Outubro, o relatório anual sobre os incêndios florestais na Europa, Médio Oriente e Norte de África relativo a 2018. Segundo o relatório, os incêndios florestais destruíram cerca de 178.000 hectares (ha) de florestas e terrenos na UE no ano passado. Embora esta área seja inferior a um sexto da área ardida em 2017, e menor do que a média de longo prazo, mais países do que nunca foram expostos a grandes incêndios.

“Embora Portugal fosse, mais uma vez, o país com a maior área ardida, a área total foi apenas uma pequena fracção da superfície ardida em 2017 e um dos totais mais baixos dos últimos dez anos”, realça o relatório da Comissão Europeia.

Florestas no combate à emergência climática

Karmenu Vella, comissário responsável pelo Ambiente, afirmou que “as florestas representam um elemento essencial dos nossos esforços no combate à emergência climática e ecológica. São os nossos pulmões e suporte vital, cobrindo 80% da biodiversidade da Terra. Mas hoje, mais do que nunca, as florestas enfrentam graves ameaças. A cada hora são perdidos 800 campos de futebol de área florestal e registam-se incêndios devastadores em todo o Mundo. Como demonstrámos com a nossa recente acção no domínio da desflorestação, a UE está disposta a colaborar com os países parceiros para proteger as florestas, na UE e em todo o Mundo, através de investimentos na prevenção de incêndios florestais”.

Por sua vez, Tibor Navracsics, comissário da Educação, Cultura, Juventude e Desporto, responsável pelo Centro Comum de Investigação, acrescentou que “a mudança das condições meteorológicas associada às alterações climáticas aumenta o risco global de incêndios florestais. Devemos reagir e intensificar os nossos esforços para tornar as florestas mais resistentes face a um clima mais quente e mais seco. Os elementos de prova fornecidos pelo Centro Comum de Investigação permitem que nos concentremos nas formas mais eficazes de prevenir os incêndios florestais, por forma a proteger as nossas florestas, elemento essencial na preservação da biodiversidade e da qualidade de vida dos cidadãos”.

Principais conclusões

Segundo o relatório, a Suécia enfrentou a pior época de incêndios em toda a história do país. A área total ardida, superior a 21 605 ha, cartografada na Suécia foi a segunda maior da UE, uma posição invulgar na classificação para um país do Norte.

Os ecossistemas vulneráveis da rede Natura 2000, que albergam várias espécies vegetais e animais ameaçadas, perderam 50 000 ha em incêndios, representando 36 % da área total ardida em 2018.

O relatório salienta ainda que, apesar de a área ardida total ter sido inferior à dos anos anteriores, as temperaturas acima da média mantiveram-se no Centro e no Norte da Europa durante a maior parte do Verão. Esta situação criou condições que contribuíram para a ignição e a propagação de incêndios florestais, causando elevadas perdas económicas e ambientais.

Mecanismo de Protecção Civil da UE activado cinco vezes

Em 2018, o Mecanismo de Protecção Civil da UE foi activado cinco vezes para fazer face a incêndios florestais na Europa: na Suécia, na Grécia, na Letónia e em Portugal.

No total, foram mobilizados, no Verão, 15 aviões, 6 helicópteros e mais de 400 bombeiros, tendo a União Europeia financiado com 1,6 milhões de euros os custos de transporte para mobilizar o apoio aos países afectados.

Foram elaborados mais de 139 mapas por satélite do sistema Copernicus de incêndios florestais, a pedido dos Estados-membros. Além disso, a UE enviou peritos em incêndios florestais de toda a UE para Portugal, numa missão de prevenção e preparação, a fim de ajudar a reforçar a capacidade do país para fazer face aos incêndios florestais.

Lançada a rescEU

Em Março de 2019, a UE melhorou o Mecanismo de Protecção Civil da UE e lançou a rescEU para melhorar a protecção dos cidadãos contra catástrofes e a gestão dos riscos emergentes na Europa e não só. A UE criou, no Verão de 2019, uma frota de transição de aviões de combate a incêndios, que já foi accionada por duas vezes para lutar contra os incêndios florestais na Grécia e no Líbano.

Em Julho, a Comissão Europeia apelou ao reforço da acção da UE em matéria de desflorestação e degradação florestal através de uma comunicação e comprometeu-se a tomar medidas adicionais, incluindo o desenvolvimento do Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais para se tornar um instrumento de monitorização de incêndios florestais à escala mundial.

Em 2019, época de incêndios começou mais cedo

A edição de 2018 do relatório anual sobre os incêndios florestais assinala igualmente que, em 2019, a época de incêndios começou mais cedo, devido a condições secas e ventosas, e temperaturas elevadas. Em Março deste ano, o número de incêndios já era superior à média de um ano inteiro na última década, com numerosos incêndios em regiões de montanha e incêndios graves na região do delta do Danúbio.

Pode consultar o relatório completo aqui.

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Governo quer alargar sistema de videovigilância florestal a 100% do território nacional http://agriculturaemar.com/governo-quer-alargar-sistema-de-videovigilancia-florestal-a-100-do-territorio-nacional/ http://agriculturaemar.com/governo-quer-alargar-sistema-de-videovigilancia-florestal-a-100-do-territorio-nacional/#respond Mon, 28 Oct 2019 11:00:25 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=45119 Alargar a 100% do território nacional o sistema de videovigilância florestal é uma das apostas do Programa do XXII Governo Constitucional, o segundo liderado por António Costa. O Governo propõe-se ainda a concretizar a Estratégia Nacional para uma Protecção Civil Preventiva, implementando um modelo de governança, gestão e avaliação do risco coordenado e multi-sectorial e …

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Alargar a 100% do território nacional o sistema de videovigilância florestal é uma das apostas do Programa do XXII Governo Constitucional, o segundo liderado por António Costa.

O Governo propõe-se ainda a concretizar a Estratégia Nacional para uma Protecção Civil Preventiva, implementando um modelo de governança, gestão e avaliação do risco coordenado e multi-sectorial e a modernizar os sistemas de vigilância florestal e de recursos hídricos e os instrumentos de apoio à decisão operacional.

Por outro lado, o Executivo quer aumentar a qualificação, especialização e profissionalização dos agentes de protecção civil e consolidar o pilar da protecção civil municipal, através de plataformas locais de redução de risco de catástrofes e iniciativas e parcerias locais de base voluntária para apoio às actividades de protecção civil, reconhecendo o conhecimento e valorizando os agentes mais próximos dos cidadãos.

Reduzir os riscos de catástrofes

Explica o Programa de Governo que, em “resultado das alterações climáticas, está já a aumentar o ritmo e a severidade dos fenómenos meteorológicos extremos. Com o intensificar destes acontecimentos, em especial os incêndios florestais, os furacões, as ondas de calor ou as cheias rápidas em zonas urbanas, torna-se indiscutível a necessidade de abordagens preventivas e de resposta rápida, que contribuam para diminuir as vulnerabilidades e aumentar a resiliência aos desastres naturais, mitigando os seus danos”.

Neste âmbito, o Governo irá intervir no espaço rural mantendo a diversificação da paisagem e diminuindo a carga de combustível, aumentar a resiliência a cheias, através de bacias de retenção e de infiltração, limpeza dos leitos de água e obras hídricas para caudais extremos e aumentar o grau de preparação para as catástrofes, designadamente através de campanhas de formação e sensibilização para o risco, que difundam boas práticas (por ex., redução de ignições), ajudando a disseminar a adopção de comportamentos seguros e de auto-proteção.

O Executivo pretende ainda fomentar junto dos docentes a utilização do Referencial de Educação para o Risco (RERisco), de modo a sensibilizar a comunidade educativa para o desenvolvimento de uma cultura de prevenção, assim como reforçar os mecanismos de aviso e alerta precoce para situações de emergência.

Combate a incêndios

Por outro lado, o Governo pretende instalar pontos de abastecimento destinados ao combate a incêndios em zonas rurais, tirando proveito das infra-estruturas geridas pela Águas de Portugal, privilegiando o uso de água residual tratada como fonte hídrica alternativa.

Pode ler o Programa do XXII Governo Constitucional completo aqui.

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Investigação da Universidade de Aveiro. Musgos têm papel essencial na gestão de solos queimados http://agriculturaemar.com/investigacao-da-universidade-de-aveiro-musgos-tem-papel-essencial-na-gestao-de-solos-queimados/ http://agriculturaemar.com/investigacao-da-universidade-de-aveiro-musgos-tem-papel-essencial-na-gestao-de-solos-queimados/#respond Mon, 21 Oct 2019 11:30:40 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44936 Os musgos têm um papel fundamental na conservação do solo afectado por um incêndio florestal e, por isso, o seu crescimento deve ser estimulado. A descoberta da Universidade de Aveiro (UA) prova que os musgos não só previnem a erosão dos solos como retêm a humidade e conservam a fertilidade da terra. O estudo, publicado …

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Os musgos têm um papel fundamental na conservação do solo afectado por um incêndio florestal e, por isso, o seu crescimento deve ser estimulado. A descoberta da Universidade de Aveiro (UA) prova que os musgos não só previnem a erosão dos solos como retêm a humidade e conservam a fertilidade da terra.

O estudo, publicado na revista Ecological Engineering, foi destacado pela Comissão Europeia na importante newsletter Science for Environment Policy.

A investigação do Departamento de Ambiente e Ordenamento (DAO) e do grupo de Planeamento e Gestão do Zonas Costeiras (CZPM) do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da UA quantificou, pela primeira vez em Portugal, o papel ecológico dos musgos na conservação do solo após incêndios florestais.

Como os musgos se desenvolvem rapidamente, eles retêm o solo e a humidade necessários para o desenvolvimento posterior de plantas vasculares.

Projecto RECARE

Realizado no âmbito do projecto RECARE, o estudo demonstrou que os musgos previnem a erosão em áreas ardidas, ajudando a consolidar a estrutura dos solos, a reter a sua humidade e a conservar a sua fertilidade.

Na investigação, os cientistas da UA monitorizaram, durante um ano, uma encosta de uma plantação florestal ardida, na qual ocorreu uma colonização espontânea de musgos nas primeiras semanas após o incêndio florestal.

Foi quantificada a escorrência superficial induzida pela chuva, assim como a perda de sedimentos e de matéria orgânica, em parcelas de solo com diferentes fracções de musgo na sua cobertura.

Menor erosão

Estes parâmetros foram correlacionados com a evolução do coberto vegetal ao longo do primeiro ano após incêndio e mostraram que o desenvolvimento de uma cobertura anual média com 67% de musgos permitiu reduzir a erosão anual em 65% (de 1.150 para 400 quilogramas de solo por hectare).

Enquanto recurso não renovável, aponta o investigador Flávio Silva, “o solo é um compartimento ecológico estratégico que está nas prioridades da agenda de políticas europeias, sendo a sua conservação fortemente encorajada”.

O investigador, autor do trabalho a par com os investigadores do CESAM Diana Vieira e Jacob Keizer, e de Els van der Spek, da Universidade de Wageningen (Holanda), garante que “os musgos podem ser encarados como ‘engenheiros’ de ecossistema naturais que constituem o primeiro passo para a preservação da fertilidade dos solos, proporcionando todas as condições para o desenvolvimento da biodiversidade subsequente”.

Trabalho destacado pela Comissão Europeia

“Os musgos são espécies pioneiras em solos recentemente ardidos, embora a sua proliferação dependa de condições ambientais específicas”, refere Flávio Silva. No entanto, o estudo sugere que estimular o desenvolvimento de musgos em áreas ardidas pode ser um importante instrumento de gestão de solos após incêndios florestais.

“Os musgos são espécies vegetais cosmopolitas e desenvolvem-se muito bem em solos pobres, e por isso a sua proliferação é fácil e rápida, requerendo apenas alguma humidade e luz solar baixa ou moderada”, explica o investigador que acrescenta que “como são tolerantes a contextos de seca extrema, embora pareçam mortos quando sujeitos ao calor, basta alguma humidade para que se reabilitem, e os esporos também continuam viáveis”.

Musgo fácil de comprar

À venda no mercado, podem ser encontrados esporos de várias espécies de musgos. A abordagem indicada para utilização de musgos para prevenção da erosão pós-incêndio passa por incluir esses esporos ou fragmentos triturados de musgo seco, a baixo custo adicional, nos lotes de misturas de sementes já habitualmente utilizados em medidas de estabilização de emergência pós-incêndio.

Os investigadores Flávio Silva, Diana Vieira e Jacob Keizer

Normalmente esta técnica de sementeira, lembra Flávio Silva, “é aplicada por hidro-sementeira [mistura de água com as sementes e outros componentes que promovem a estabilização do solo] ou por helicóptero como se tem feito nos Estados Unidos”.

No entanto, para diminuir os custos operacionais, e tal como deve acontecer com todas as medidas de estabilização de emergência pós-incêndio, os investigadores aconselham que se devem identificar previamente as áreas mais críticas sujeitas a erosão e fazer a aplicação da sementeira apenas nessas áreas. Como os musgos se desenvolvem rapidamente, eles retêm o solo e a humidade necessários para o desenvolvimento posterior de plantas vasculares.

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APS lança livro sobre “Alerta Máximo” para a questão dos incêndios e a problemática das alterações climáticas http://agriculturaemar.com/aps-lanca-livro-sobre-alerta-maximo-para-a-questao-dos-incendios-e-a-problematica-das-alteracoes-climaticas/ http://agriculturaemar.com/aps-lanca-livro-sobre-alerta-maximo-para-a-questao-dos-incendios-e-a-problematica-das-alteracoes-climaticas/#respond Fri, 18 Oct 2019 12:00:08 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44884 “Alerta Máximo” é o título do novo livro da colecção Seguros e Cidadania, lançado pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), no âmbito do seu programa de educação financeira para os seguros dirigido a crianças e jovens, com objectivo dar a conhecer a importância dos seguros no nosso dia-a-dia. O novo livro desenvolve um enredo através …

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“Alerta Máximo” é o título do novo livro da colecção Seguros e Cidadania, lançado pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), no âmbito do seu programa de educação financeira para os seguros dirigido a crianças e jovens, com objectivo dar a conhecer a importância dos seguros no nosso dia-a-dia.

O novo livro desenvolve um enredo através do qual, de forma lúdica, se pretende alertar para os perigos associados ao aumento da temperatura global. Enquadrada nas mudanças climáticas, esta problemática, além de actual, assume particular relevância a nível nacional, tendo em conta os impactos dos grandes incêndios ocorridos nos anos recentes.

Narrativa no interior do País

Não é por acaso que a narrativa se centra numa localidade no interior no País, próxima do Porto, onde o protagonista Gonçalo Gama, um aluno no 12.º ano, vive com a mãe Maria Laura e o pai Fausto Gama, dono de uma serralharia local.

No decorrer da história, outras personagens ganham vida, como as colegas de escola, Vanda (ex-namorada), Marina (colega do 10.º ano) e a professora de teatro, Lira Lima. Na trama entram ainda Eloísa e Carlos Vicente (pais de Vanda) e José Moura (Pai de Marina), com as suas perspectivas pessoais em relação ao aquecimento global e, em particular, em relação aos riscos de incêndios. Cabe ainda um papel na história a Fernando Soutinho, o mediador de seguros da residência dos Vicente e da serralharia dos Gama.

Prevenção

“Com o objectivo de chamar a atenção destes temas junto do seu público-alvo, o livro apresenta ainda, de forma acessível, diversas informações de prevenção e de contacto e dá a conhecer as soluções de protecção que o sector segurador oferece, para fazer face a este tipo de risco”, afirma fonte da APS.

A linha criativa de “Alerta Máximo” torna a obra pertinente e actual na medida em que, apesar dos constantes alertas da comunidade científica, os mais jovens têm sido importantes vozes activas quanto à urgência de implementação de medidas concretas para travar o aumento da temperatura global.

O livro, apresentado pelas autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, durante uma sessão no Agrupamento de Escolas Francisco Arruda, contou ainda com intervenções do secretário de Estado da Educação, João Costa, da Professora Catedrática da Universidade de Coimbra, Helena Freitas – especialista em alterações climáticas – e de Fernanda Rollo, Professora da NOVA FCSH e Coordenadora do programa Memória do Seguro – História, Memória e Património dos Seguros e das Seguradoras em Portugal.

Entre outros livros da colecção “Seguros e Cidadania” encontram-se: “O Risco Espreita, Mais Vale Jogar pelo Seguro”; “Catástrofes e Grandes Desastres”; “Um perito em busca da verdade”, “Encontro Acidental” e “Armadilha Digital”.

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Viana do Castelo actualiza Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios http://agriculturaemar.com/viana-do-castelo-actualiza-plano-municipal-de-defesa-da-floresta-contra-incendios/ http://agriculturaemar.com/viana-do-castelo-actualiza-plano-municipal-de-defesa-da-floresta-contra-incendios/#respond Fri, 18 Oct 2019 09:05:50 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44881 A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, em reunião ordinária de executivo, o novo Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), a vigorar ao longo da próxima década. O Plano é um instrumento operacional de planeamento, programação, organização e execução de um conjunto de acções de prevenção que visa concretizar …

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A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, em reunião ordinária de executivo, o novo Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), a vigorar ao longo da próxima década.

O Plano é um instrumento operacional de planeamento, programação, organização e execução de um conjunto de acções de prevenção que visa concretizar os objectivos estratégicos de diminuição do impacto dos incêndios florestais, procurando defender melhor a floresta, a vida das pessoas e dos seus bens.

Tendo em conta o crescente abandono das actividades agrícolas e florestais e a ausência de implementação de medidas adequadas de ordenamento e gestão dos espaços florestais, o Município entende ser fundamental conjugar esforços para inverter esta conjuntura.

O Plano Municipal

O Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios foi elaborado e aprovado pela primeira vez em 2006, tendo sido revisto em 2008, encontrando-se em vigor até Maio de 2019.

“O novo plano que agora se apresenta visa dar cumprimento ao estipulado na legislação e procura corresponder à evolução entretanto verificada na floresta e às exigências da estratégia de prevenção de incêndios florestais de níveis nacional, distrital e local”, diz um comunicado da autarquia.

O processo de elaboração do PMDFCI teve por base as características específicas do território do concelho no que respeita à sua natureza florestal e rural, urbana e periurbana. Tem como objectivos estratégicos aumentar a resiliência do território aos incêndios florestais, reduzir a incidência dos incêndios, melhorar a eficiência e a eficácia do ataque e da gestão dos incêndios, recuperar e reabilitar os ecossistemas e as comunidades e adoptar uma estrutura orgânica, funcional e eficaz.

Diminuição do número de incêndios

O objectivo geral é a diminuição do número de incêndios e da área ardida, através da execução de diversas acções preconizadas no plano de acção e através de uma melhor eficiência e eficácia na coordenação e actuação de todos os agentes envolvidos.

Para a elaboração do documento foram consultadas diversas entidades, designadamente Juntas de Freguesia, Conselhos Directivos de Baldios, Corporações de Bombeiros, Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública, Escola Prática dos Serviços do Exército, Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, associações florestais, empresas de celulose, Rede Elétrica Nacional, Infraestruturas de Portugal e Energias de Portugal.

De acordo com a proposta apresentada pelo autarca José Maria Costa, no concelho de Viana do Castelo desde há cerca de três décadas que se reflecte na floresta uma “conjuntura negativa de factores que proporcionam uma maior susceptibilidade e vulnerabilidade aos incêndios, com tendências de agravamento”.

Recorde-se que, em 2005, o concelho vianense registou uma das piores tragédias no que toca ao número de ocorrências de incêndios florestais, no que diz respeito à área ardida e risco de pessoas e bens. Apesar dos inúmeros esforços de prevenção, em 2010, 2013 e 2016 registaram-se novos incêndios que atingiram grandes proporções, tendo um deles afectado grande parte da Serra de Perre e outro a Serra de Arga, tendo ambos colocado em risco várias populações.

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Incêndios: área ardida desce 70% face à média dos últimos 10 anos em 2019 http://agriculturaemar.com/incendios-area-ardida-desce-70-face-a-media-dos-ultimos-10-anos-em-2019/ http://agriculturaemar.com/incendios-area-ardida-desce-70-face-a-media-dos-ultimos-10-anos-em-2019/#respond Wed, 16 Oct 2019 17:30:00 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44809 Os dados do 8.º Relatório Provisório de Incêndios Rurais, do ICNF — Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas de 2019 revelam que o número de incêndios e a área ardida em Portugal continuam a baixar, pelo segundo ano consecutivo. Comparando os valores do ano de 2019 com o histórico dos 10 anos anteriores, …

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Os dados do 8.º Relatório Provisório de Incêndios Rurais, do ICNF — Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas de 2019 revelam que o número de incêndios e a área ardida em Portugal continuam a baixar, pelo segundo ano consecutivo.

Comparando os valores do ano de 2019 com o histórico dos 10 anos anteriores, assinala-se que se registaram menos 46% de incêndios rurais e menos 70% de área ardida relativamente à média anual do período.

O ano de 2019 apresenta, até ao dia 15 de Outubro, o segundo número mais reduzido de incêndios, a segunda mais reduzida área ardida e é a primeira vez, desde 2009, que a redução de área ardida ocorre em dois anos consecutivos.

Base de Dados Nacional de Incêndios Rurais

Em termos absolutos, a Base de Dados Nacional de Incêndios Rurais regista, no período compreendido entre 1 de Janeiro e 16 de Outubro de 2019, um total de 10.841 incêndios rurais, que resultaram em 41.622 hectares de área ardida, entre povoamentos (21.163 ha), matos (15.782 ha) e área agrícola (4.677 ha).

“Esta tendência só é possível graças ao esforço colectivo em que se têm envolvido as populações, com particular destaque para os agricultores e produtores florestais, cujo esforço merece o reconhecimento pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural”.diz uma nota de imprensa do Ministério liderado por Luís Capoulas Santos.

Relatório ICNF

Segundo o 8.º Relatório Provisório de Incêndios Rurais de 2019, a distribuição do número de incêndios rurais por classe de área ardida evidencia que em 2019 os incêndios com área ardida inferior a 1 hectare são os mais frequentes (85 % do total de incêndios rurais).

No que se refere a incêndios de maior dimensão, assinala-se, até à data, a ocorrência de 2 incêndios com área ardida superior ou igual a 1.000 hectares.

Consideram-se grandes incêndios sempre que a área ardida total seja igual ou superior a 100 hectares. Até 15 de Outubro de 2019 registaram-se 62 incêndios enquadrados nesta categoria, que resultaram em 27.284 hectares de área ardida, cerca de 66% do total da área ardida.

Análise das causas

Do total de 10.841 incêndios rurais verificados no ano de 2019, 8.640 foram investigados (80% do número total de incêndios – responsáveis por 88% da área total ardida). De estes, a investigação permitiu a atribuição de uma causa para 5.627 incêndios (65% dos incêndios investigados – responsáveis por 52% da área total ardida).

Até à data, as causas mais frequentes em 2019 são: incendiarismo – imputáveis (29%) e queimadas de sobrantes florestais ou agrícolas (16%).

Conjuntamente, as várias tipologias de queimadas e queimas representam 33% das causas apuradas. Os reacendimentos representam 10% do total de causas apuradas, num valor inferior face à média dos 10 anos anteriores (18%).

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Atenção: Pode fazer queimas e queimadas mas tem de as comunicar previamente http://agriculturaemar.com/atencao-pode-fazer-queimas-e-queimadas-mas-tem-de-as-comunicar-previamente/ http://agriculturaemar.com/atencao-pode-fazer-queimas-e-queimadas-mas-tem-de-as-comunicar-previamente/#respond Wed, 16 Oct 2019 12:00:20 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44790 As queimas e queimadas estão autorizadas desde 11 de Outubro. Mas estas têm obrigatoriamente de ser previamente comunicadas. O Decreto-Lei n.º14/2019, de 21 de Janeiro, obriga aos cidadãos a comunicação de qualquer tipo de uso de fogo para eliminação de sobrantes de exploração agrícola ou florestal. A realização de queimadas só é permitida após autorização …

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As queimas e queimadas estão autorizadas desde 11 de Outubro. Mas estas têm obrigatoriamente de ser previamente comunicadas. O Decreto-Lei n.º14/2019, de 21 de Janeiro, obriga aos cidadãos a comunicação de qualquer tipo de uso de fogo para eliminação de sobrantes de exploração agrícola ou florestal.

A realização de queimadas só é permitida após autorização do município ou da freguesia, tendo em conta a proposta de realização da queima, o enquadramento meteorológico e operacional, bem como a data e local onde a mesma é proposta.

Coimas

A realização de queimadas sem autorização e sem o acompanhamento definido naquele Decreto-Lei, é considerada uso de fogo intencional.

A realização de queimas sem a devida comunicação está sujeita à aplicação de coimas que, de acordo com o previsto na lei, variam entre 280€ e 10.000€, para pessoas singulares, e 1.600€ e 120.000€ para pessoas colectivas.

Acompanhamento técnico

A realização de queimadas carece de acompanhamento, através da presença de técnico credenciado em fogo controlado ou operacional de queima ou, na sua ausência, de equipa de bombeiros ou de equipa de sapadores florestais.

Os técnicos credenciados em fogo controlado podem executar queimadas, mediante comunicação prévia, estando dispensados da autorização do município.

Por outro lado, o pedido de autorização ou a comunicação prévia são dirigidos à autarquia local, designadamente por via telefónica ou através de aplicação informática.

Assim, as autarquias locais podem:

a) Receber os pedidos e comunicações prévias através de número telefónico próprio ou, nos termos a regular por portaria aprovada pelos membros do Governo responsáveis pelas áreas das autarquias locais, da protecção civil, do ambiente e das florestas, através de linha de contacto nacional;

b) Receber os pedidos e comunicações prévias e instruir os procedimentos de autorização através da aplicação informática disponibilizada no sítio da Internet do ICNF.

A decisão é comunicada ao proponente através de correio electrónico ou por Short Message Service (SMS).

Registe-se na App do ICNF

Precisa de fazer uma queima ou uma queimada? Saiba que precisa de autorização. Pode registar-se na App do ICNF — Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e pedir a autorização em 3 passos.

A  aplicação online para licenciamento de queimas e queimadas está aqui.

O uso do fogo encontra-se associado a várias práticas agrícolas e florestais, no entanto, são vários os casos em que estas Actividades se descontrolam e originam grandes incêndios com graves consequências ecológicas e sócio-económicas.

Cerca de 98% das ocorrências em Portugal continental têm causa humana. Assim, diz o ICNF, torna-se urgente uma alteração de comportamentos na sociedade de modo a que possam ser realizadas as mesmas práticas, mas com um menor risco, ou seja, com uma menor probabilidade de originar incêndios rurais.

Definições:

  • Queima de amontoados – Uso do fogo para eliminação de sobrantes de exploração florestal ou agrícola como podas de vinhas, de oliveiras, entre outros, cortados e amontoados. É proibido fazer queimas durante o Período Crítico e, fora do Período Crítico, nos dias de risco Muito Elevado ou Máximo.
  • Queimada extensiva – Uso de fogo para renovação de pastagens ou eliminação de restolhos e de sobrantes de exploração florestal ou agrícola, cortados e não amontoados. É proibido fazer queimadas durante o Período Crítico e fora do Período Crítico nos dias de risco de incêndio Elevado a Máximo. Para fazer uma queimada é obrigatório a autorização da respectiva câmara municipal ou junta de freguesia.
    Sem acompanhamento técnico adequado (técnico credenciado em fogo controlado, equipa de sapadores florestais ou bombeiros) a realização de queimadas é considerada uso de fogo intencional com coima associada.

Como fazer uma Queima de amontoados em segurança? Veja aqui.

Como fazer uma Queimada extensiva em segurança? Veja aqui.

Pode aceder ao Manual da Plataforma de Queimas e Queimadas aqui.

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Bombeiros dos Açores recebem pela primeira vez formação no combate a incêndios florestais http://agriculturaemar.com/bombeiros-dos-acores-recebem-pela-primeira-vez-formacao-no-combate-a-incendios-florestais/ http://agriculturaemar.com/bombeiros-dos-acores-recebem-pela-primeira-vez-formacao-no-combate-a-incendios-florestais/#respond Fri, 11 Oct 2019 18:00:56 +0000 http://agriculturaemar.com/?p=44624 O presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) afirmou que o curso de Incêndios Florestais – nível I, que está a ser ministrado pela primeira vez nos Açores, vai permitir que a Região esteja “mais preparada para a eventualidade de resolver situações de fogos florestais”, possibilitando também “providenciar auxílio com …

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O presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) afirmou que o curso de Incêndios Florestais – nível I, que está a ser ministrado pela primeira vez nos Açores, vai permitir que a Região esteja “mais preparada para a eventualidade de resolver situações de fogos florestais”, possibilitando também “providenciar auxílio com a qualidade necessária a outras regiões que se deparem com fogos desta natureza”.

“Após uma análise do plano formativo aos corpos de bombeiros da Região, foi detectada uma lacuna, nomeadamente na formação no combate aos incêndios florestais”, disse Carlos Neves, acrescentando que, por esse motivo, “se tornou uma preocupação do SRPCBA organizar esta formação”.

“Numa primeira fase, abrangerá os corpos de bombeiros da Terceira e de São Miguel e, posteriormente, será estendida aos restantes bombeiros dos Açores”, adiantou.

Centro de Formação de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores

O presidente do SRPCBA falava durante uma visita ao Centro de Formação de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, em Angra do Heroísmo, onde está a ser ministrado este primeiro curso por formadores da Escola Nacional de Bombeiros, em que participam 16 formandos.

Carlos Neves referiu que “a Região, através do SRPCBA e dos corpos de bombeiros, anteriormente já se prontificou a auxiliar o continente e outras regiões insulares em situações de elevada gravidade”.

“Face a essa realidade, torna-se necessário dotar os nossos bombeiros com a formação e o equipamento adequado para que possam responder de uma forma segura e eficaz a esses pedidos de auxílio”, frisou.

Combustíveis florestais

Neste curso são abordados, entre outros, conteúdos como as característica dos combustíveis florestais, as formas de propagação dos incêndios, as regras de segurança nas manobras de combate a incêndios desta natureza, as várias fases de combate a incêndios, os diferentes métodos de extinção e a forma de actuação dos diversos agentes extintores.

A formação resulta de uma parceria com a Escola Nacional de Bombeiros, através de um protocolo assinado entre as duas entidades em 2016, que prevê a colaboração ao nível formativo, nomeadamente em algumas áreas de formação que a Região ainda não consegue ministrar.

Plano de Formação para 2019

O curso de Incêndios Florestais faz parte do Plano de Formação para 2019 do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, onde constam novos cursos e um aumento do número de acções destinadas ao efectivo dos corpos de bombeiros dos Açores.

Este ano foram já realizadas 68 formações para bombeiros nos Açores. O curso que está a decorrer na ilha Terceira termina no domingo, estando o próximo marcado para São Miguel, entre 4 e 10 de Novembro.

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