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Mercado Abastecedor de Évora fecha 2018 com lucro de 161 mil euros e sem dívida

“A promoção, a modernização e a criação de novas dinâmicas comerciais foram áreas que nos ocuparam, e muito, e que têm trazido resultados; resultados que se irão reforçar nos próximos anos, mas que já permitiram em 2018 que a “MARÉ, SA” tenha melhorado os seus resultados líquidos, tenha uma dívida praticamente inexistente e tenha mesmo emprestado, a preços de mercado, verbas significativas à SIMAB“.

A declaração é do presidente do conselho de administração do Mercado Abastecedor da Região de Évora (MARÉ), Rui Paulo Figueiredo, e abre os Documentos de Prestação de Contas relativos a 2018, agora aprovados.

Reforço da solidez financeira

Assim, no ano transacto, “tal como ao longo dos últimos três anos”, esta participada do Grupo SIMAB “reforçou a sua rentabilidade operacional e a solidez da sua estrutura financeira”, conjugação de uma “gestão rigorosa dos gastos operacionais”, do “reforço de áreas essenciais ao bom funcionamento do Mercado” e da “dinâmica promocional e comercial introduzida”, que permitiu “continuar a aumentar as taxas de ocupação”, potenciando “as oportunidades e vantagens proporcionadas pela recuperação da economia”.

De acordo com Rui Paulo Figueiredo – CEO do Grupo SIMAB –, 2018 marcou, no que respeita ao MARÉ, um reforço de negociações em curso e de contratos celebrados, “o que se irá traduzir, nos próximos exercícios, num reforço, e recorrente aumento, dos rendimentos do Mercado”.

Promoção da oferta comercial e dos serviços

“Este bom desempenho reflecte, em grande parte, o retorno do investimento na atractividade e na promoção da oferta comercial e dos serviços prestados, a que urge dar continuidade, procurando estar sempre mais próximo dos potenciais clientes e dos clientes dos nossos clientes”, sublinha.

No final de 2015 – recorde-se – o MARÉ apresentava uma dinâmica comercial com problemas, padecia de falta de visibilidade e notoriedade, a par da ausência de pensamento quanto ao rumo estratégico a seguir a médio e longo prazo. Debatia-se igualmente com problemas laborais por resolver há anos.

Opções de gestão

“Hoje, todos os indicadores melhoram, sendo que os mais significativos são os relativos ao EBITDA, aos resultados líquidos, à dívida financeira líquida, aos capitais próprios, à sua rentabilidade e à dívida financeira face ao EBITDA”, diz o presidente do conselho de administração, sublinhando que os resultados demonstram “a importância das opções de gestão, enquadradas na rentabilização dos recursos e na melhoria da eficiência operacional, mantendo a flexibilidade necessária perante os desafios que representam as condições de mercado em constante mudança, dinamização comercial, redução do endividamento, e realização de investimentos de reposição da capacidade produtiva dos edifícios e equipamentos”.

“Reafirmamos, assim, tal como o fizemos em Março de 2018, a confiança na capacidade de crescimento dos nossos negócios, em 2019 e nos anos que se seguem, assim como o compromisso com uma estratégia de crescimento que envolve todos quantos para tal possam contribuir mais ou menos directamente, administração, trabalhadores, fornecedores e clientes do MARÉ e das empresas aqui localizadas. Afinal, o interesse público de empresas como a MARÉ, SA é, também, ter uma influência na criação de valor para a economia da região e do País”, conclui o gestor.

Performance operacional positiva e crescente

A MARÉ, SA encerrou o exercício de 2018 com um resultado líquido positivo de 160,8 milhares de euros, acima do valor registado em 2017, em 25,2 milhares de euros (+18,6%), correspondente a uma margem líquida sobre os rendimentos operacionais de 18%.

De acordo com as contas agora aprovadas, o EBITDA totalizou 440,2 milhares de euros, ancorado num aumento do volume de negócios, que cresce em 57,7 milhares de euros (+7,8%) face a 2017.

Os rendimentos operacionais ascenderam a 808,6 milhares de euros, situando-se acima do ano anterior em 59,3 milhares de euros (+7,9%), o que ficou a dever-se, maioritariamente, ao desempenho dos rendimentos “core” da empresa, as taxas de utilização, que crescem 36,8 milhares de euros (+5,9%).

A MARÉ, SA tem apresentado uma performance operacional positiva e crescente, apurando, em 2018, margens operacionais positivas de 58% e 32%, respectivamente, ao nível do EBITDA e do EBIT.

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