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MaisMilho Tour 2016 procura solução para a cefalosporiose

O MaisMilho Tour 2016 teve lugar na zona da Golegã, no dia 26 de Julho e juntou técnicos e agricultores numa visita aos ensaios de milho para observarem os sintomas da cefalosporiose, doença do milho que provoca grandes perdas de produtividade e que preocupa os produtores pela falta de uma solução efectiva para o problema.

A Agromais e a Anpromis – Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo, em parceria com Manuela Varela, coordenadora do projecto, têm desenvolvido “todos os esforços para dar a conhecer a doença e sensibilizar os agricultores para a utilização de variedades tolerantes, de modo a minimizar os prejuízos devidos a este fungo do solo”, realça fonte da Agromais.

O MaisMilho Tour 2016 tem como objectivo divulgar o trabalho realizado nos ensaios, no que concerne à identificação da doença, ao conhecimentos das variedades tolerantes que se encontram disponíveis no mercado e a outros meios de luta que possam complementar a variável genética.

Este ano a organização antecipou a visita, de modo a dar um destaque especial à divulgação da doença numa fase inicial dos sintomas, o que pode ser confundido com um desequilíbrio fisiológico, com regas deficientes, solos mais fracos, falta de nutrientes ou ainda outros factores. Estes primeiros sintomas no milho “não nos dão a certeza da existência da doença no solo, tendo em conta as razões anteriormente mencionadas, mas contribuem em conjunto com os sintomas finais da cultura para o diagnóstico da cefalosporiose”, adianta a mesma fonte.

Para os produtores de milho “é muito importante saber quais as parcelas que se encontram contaminadas pelo fungo, de modo a que possam tomar as medidas adequadas e evitar quebras muito avultadas das produções”, diz a Agromais.

O MaisMilho Tour 2016 teve a participação de empresas comerciais, que “foram os contribuintes deste projecto”. Por parte das empresas de sementes estiveram presentes a Fitó, a Syngenta, a Dekalb e a Agrovete/Koipesol, que apresentaram ensaios com novas variedades tolerantes à cefalosporiose. A nível da fertilização esteve a ADP, com diferentes planos de fertilização. Como complemento da vertente varietal estiveram presentes as empresas Crimolara, Zeocel e BASF, que apresentaram produtos e modo a contribuir para aumentar o rendimento nestas zonas contaminadas.

Agricultura e Mar Actual

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