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IPMA reclassifica interdição de apanha de bivalves

O IPMA – Instituto Português do Mar e Atmosfera acaba de reclassificar as zonas de interdição de apanha de bivalves em Portugal por ter encontrado toxinas que provocam intoxicação diarreica.

Devido à presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas, de contaminação microbiológica ou de contaminação química acima dos valores regulamentares estão reclassificadas temporariamente e/ou interditas temporariamente a apanha e captura, com vista à comercialização e consumo, as espécies de bivalves provenientes das zonas de produção que pode consultar aqui.

Pode ver os documentos relativos aos últimos resultados das análises aqui:

Biotoxinas

Fitoplâncton nocivo

Metais contaminantes

Microbiologia

Agricultura e Mar Actual

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2 comentários

  1. É importante este alerta, mas deviam ir + fundo e esclarecer as pessoas sobre o peixe do rio Tejo, as frutas e legumes que têm sido criados a partir dos terrenos e das águas do Rio Tejo contaminadas.

    As populações ribeirinhas continuam à espera que as análises microbiológicas, toxicológicas e sanitárias sejam efectuadas duma forma vertical e enquadrando todo o rio Tejo.
    Dos diversos Institutos com capacidade analítica ainda ninguém falou, quando já deveriam ter vindo às televisões em horário nobre e esclarecer as pessoas se se pode comer o peixe e estes frutos e legumes do rio Tejo, ou não. Como a Protecção Civil Nacional não diz nada, dá a impressão de que estas dioxinas que provocam problemas de diversa ordem e nomeadamente cancerígenas, devem fazer bem a quem as ingere.
    Se puder ou quando puder visite o meu blog, http://sos-riotejo.blogspot.com/

    • Andrea Duarte

      Obrigada pelo comentário e pela partilha! Essas análises seriam fundamentais, para informação das populações e para a prevenção deste tipo de situação…

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